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Quarto

TS!ke

Bedroom

Welcome to the mental of the infamous one
Kid in the dungeon, that watches the sun set while he's hunched in
His bedroom, feelin' celestial, while he's restin
His head looms, watchin' him sleep from across the bedroom
Headphones, act as a barrier from the human realm
Just a futile film, that keeps him safe from the goulish hell
They ask him to let himself fall into the 9 to five
Go to school, then graduate then find a job
Spend ya life, rotting by the side of briefcase
But this kids an asshole, the laziest cheapskate
He's desperate to cheat fate, always tryna rebel
A teenage, angst ridden bottomless well
The world's biggest hypocrite a walkin' contradiction
He wants to change the world, but he can't walk across the kitchen
He's always dismissin' anyone tryna help him, he's helpless
He fell victim, to himself. He's the worst kinda selfish

Yo, so
Where you gonna go
When your bedroom's gone, and you're sulkin' on your own
Whatchu gonna do, when the harsh reality
Come fallin' outta ya dumb skull and tramples you
Yo, so
Where you gonna go
When your bedroom's gone and you're walkin' on your own
When you're knocked in the face with your own mortality
While you're walkin' in place, you're a corpse without a future it's on

How many articles can you read
Before your head explodes from useless information?
Youthness is a crazy thing, who invented aging?
I do the stupidest shit on the stupidest occasions
Capitalism? How bout I rap you a system
It's sad that you could take a lesson from a ravenous fifteen year old
That stabs at his wall with his wrapped up fists
An atheist rapper that's basically nihilist, I bet his parents are proud of him

Corporate fascism, he contemplates absurdism and politics
And plots of viscious overthrow from inside of these walls
And his oppositional personality's gonna kill em
Sobriety? Your jokin' right? My life it needs variety
I'm alive in these walls, out there? I'm just an outcast
Let's see how fast I can outlast those foul bastards
I feel like I'm never gonna die and that's a shame
Because my life is just the same thing over and over and over

I don't wanna exist. I'm a lump that consists
Of the dumbest opinions, and something clumped in his fist
I wanna be different, but I don't wanna get up
And face the world, I'd rather sit here forever
And shrivel up, where's my energy? I'm energyless
A bitter fetus, of what I could be if I gave a shit
Hate the system, atheism I'm a walkin' stereotype
Mortal enemies with myself, without a future it's off

Quarto

Bem-vindo à mente do infame
Criança no porão, que assiste o sol se pôr enquanto se encurva
No seu quarto, se sentindo celestial, enquanto descansa
Sua cabeça paira, observando-o dormir do outro lado do quarto
Fones de ouvido, agem como uma barreira do mundo humano
Apenas um filme fútil, que o mantém seguro do inferno gótico
Eles pedem pra ele se deixar levar pelo 9 às 5
Ir pra escola, depois se formar e encontrar um emprego
Passar a vida, apodrecendo ao lado de uma pasta
Mas esse garoto é um idiota, o mais preguiçoso dos avarentos
Ele está desesperado pra enganar o destino, sempre tentando se rebelar
Um adolescente, angustiado, um poço sem fundo
O maior hipócrita do mundo, uma contradição ambulante
Ele quer mudar o mundo, mas não consegue atravessar a cozinha
Ele sempre descarta quem tenta ajudar, ele é impotente
Ele se tornou vítima de si mesmo. Ele é o pior tipo de egoísta

Yo, então
Pra onde você vai
Quando seu quarto se foi, e você está se lamentando sozinho
O que você vai fazer, quando a dura realidade
Cair da sua cabeça idiota e te atropelar
Yo, então
Pra onde você vai
Quando seu quarto se foi e você está andando sozinho
Quando você é atingido na cara pela sua própria mortalidade
Enquanto você está parado no lugar, você é um cadáver sem futuro, tá na cara

Quantos artigos você pode ler
Antes da sua cabeça explodir de informações inúteis?
A juventude é uma coisa louca, quem inventou o envelhecimento?
Eu faço as maiores besteiras nas ocasiões mais idiotas
Capitalismo? Que tal eu te rimar um sistema
É triste que você possa aprender uma lição de um adolescente faminto de quinze anos
Que fura a parede com os punhos cerrados
Um rapper ateu que é basicamente niilista, aposto que os pais dele têm orgulho

Fascismo corporativo, ele contempla o absurdismo e a política
E trama uma violenta revolução de dentro dessas paredes
E sua personalidade opositora vai acabar com eles
Sobriedade? Você tá brincando, né? Minha vida precisa de variedade
Estou vivo nessas paredes, lá fora? Sou apenas um excluído
Vamos ver quão rápido eu consigo superar esses bastardos nojentos
Sinto que nunca vou morrer e isso é uma pena
Porque minha vida é só a mesma coisa repetida, repetida, repetida

Eu não quero existir. Sou um fardo que consiste
Nas opiniões mais idiotas, e algo amontoado em seu punho
Quero ser diferente, mas não quero me levantar
E enfrentar o mundo, eu prefiro ficar aqui pra sempre
E murchar, onde está minha energia? Estou sem energia
Um feto amargo, do que eu poderia ser se eu me importasse
Odeio o sistema, ateísmo, sou um estereótipo ambulante
Inimigos mortais de mim mesmo, sem futuro, tá na cara.

Composição: