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Teu Nome

Ulises Bueno

Tu Nombre

Y no te niego que me mata la incertidumbre
Que me pueden mover las luces de tu ventana, este día gris
Ya no te canto mis canciones de madrugada
No te digo que te veo más delgada
Ya no estás aquí

Y aquí me tienes como un loco
Buscando tu recuerdo en una foto
Que grita tu nombre que me sabe a poco
Que no me corrige cuando me equivoco

Que no me calienta cuando me sofoco
Y no deja sabor en estos labios rotos
Y aunque pueda verte no siento tu piel
Y ya no quiero más abrazos de papel

Ya casi confundo el hambre con la sed
Dime que me queda
He guardado los abrazos en cajones
Los besos por los rincones donde ayer, te besaba a ti

Pero donde guardo estas ganas de correr por ti
Este ansia que quiere salir
Como controlar, lo que siento en mi
Y aquí me tienes como un loco, buscando tu recuerdo en una foto

Que grita tu nombre que me sabe a poco
Que no me corrige cuando me equivoco
Que no me calienta cuando me sofoco
Y no deja sabor en estos labios rotos

Y aunque pueda verte no siento tu piel
Y ya no quiero más abrazos de papel
Ya casi confundo el hambre con la sed
Dime que me queda

Y aquí me tienes como un loco, buscando tu recuerdo en una foto
Que grita tu nombre que me sabe a poco
Que no me corrige cuando me equivoco
Que no me calienta cuando me sofoco

Y no deja sabor en estos labios rotos
Y aunque pueda verte no siento tu piel
Y ya no quiero más abrazos de papel
Ya casi confundo el hambre con la sed
Dime que me queda

Teu Nome

E não te nego que a incerteza me mata
Que as luzes da tua janela podem me mover, neste dia cinza
Já não canto mais minhas canções de madrugada
Não te digo que te vejo mais magra
Já não estás aqui

E aqui me tens como um louco
Buscando tua lembrança em uma foto
Que grita teu nome e me parece tão pouco
Que não me corrige quando eu me engano

Que não me esquenta quando eu me sufoco
E não deixa gosto nesses lábios quebrados
E mesmo que eu possa te ver, não sinto tua pele
E já não quero mais abraços de papel

Já quase confundo a fome com a sede
Me diz o que me resta
Guardei os abraços em gavetas
Os beijos pelos cantos onde ontem, te beijava

Mas onde guardo essa vontade de correr por ti
Essa ânsia que quer sair
Como controlar o que sinto em mim
E aqui me tens como um louco, buscando tua lembrança em uma foto

Que grita teu nome e me parece tão pouco
Que não me corrige quando eu me engano
Que não me esquenta quando eu me sufoco
E não deixa gosto nesses lábios quebrados

E mesmo que eu possa te ver, não sinto tua pele
E já não quero mais abraços de papel
Já quase confundo a fome com a sede
Me diz o que me resta

E aqui me tens como um louco, buscando tua lembrança em uma foto
Que grita teu nome e me parece tão pouco
Que não me corrige quando eu me engano
Que não me esquenta quando eu me sufoco

E não deixa gosto nesses lábios quebrados
E mesmo que eu possa te ver, não sinto tua pele
E já não quero mais abraços de papel
Já quase confundo a fome com a sede
Me diz o que me resta

Composição: Javier Ramirez