Josef Palm, Das Pistenschwein
Jedes jahr zur winterszeit
Wenn es in den bergen schneit
Wird auch noch der kleinste ort
Erschlossen, für den wintersport
Auch josef palm aus köln am rhein
Wickelt seine brettln ein
Er fährt seit zwanzig jahren ski
Doch lernen tut er's nie
Wenn er kommt, jodelt's von der alm:
Hodi jupp, du dödel du!
Willkommen hier, herr josef palm!
(hodijupp-dudödeldu)
Du hast schon lange brav geübt
(hodijupp-dudödeldu)
Das war nie von erfolg getrübt!"
(jupp-dudödeldu)
Josef strebt, als hätt' er flügel
Vorwärts zum idiotenhügel
Wo der smarte dorfdrogist
Leiter eines kurses ist
Alle bretter gleiten leicht
Wenn man sie mit wachs bestreicht
Josef aber, klein und breit
Ist noch nicht so weit
Und die ander'n leute flachsen
Hodi jupp, du dödel du!
Wenn er ruft: „ich muss noch wachsen!"
(hodijupp-dudödeldu)
Einer meint: „man braucht im leben
(hodijupp-dudödeldu)
Die hoffnung niemals aufzugeben!"
(jupp-dudödeldu)
Schon trägt josef selbstbewusst
Quer die bretter vor der brust
Dreht sich locker und schmeißt nun
Den drogisten aus den schuh'n
In die bindung ohne rasten
Bergski immer gut belasten
Hüften schwingen, beine breit
Jupp, jetzt ist es zeit!
Kokett schiebt er sein standbein vor
(hodijupp-dudödeldu)
Dann geht's runter, volles rohr!
(hodijupp-dudödeldu)
Zwischen den verschneiten tannen
(hodijupp-dudödeldu)
Löcher tief wie badewannen
(jupp-dudödeldu)
Abends voller harmonie
Trifft man sich beim après-ski
Hier liegt josef palm ganz vorn'
Bechert wacker bier und korn
Er ist schon recht gut betankt
Als er nachts zur piste wankt
„ich werd's euch zeigen!" lallt er schlapp
Und geht wie 'ne lawine ab
Josef hat sich kurz nach acht
(hodijupp-dudödeldu)
Zu der schussfahrt aufgemacht
(hodijupp-dudödeldu)
Mitternacht erlebt er schon
(hodijupp-dudödeldu)
Auf der intensivstation
(jupp-dudödeldu)
Voll bitterkeit hört man ihn zischen:
„immer kommt mir was dazwischen!
Abends nur ein leichter schwips
Morgens schon das bein in gips!"
Mürrisch ist er eingenickt
Aber dann träumt er beglückt
Wie er aus dem sessellift
Allen auf die köpfe schifft
Im traum hört er die menge schrei'n:
„hodi jupp, du dödel du!
Hör auf damit, du pistenschwein!"
(hodijupp-dudödeldu)
Doch träume werden selten wahr
(hodijupp-dudödeldu)
Vielleicht klappt es im nächsten jahr!
(jupp-dudödeldu)
Josef Palm, O Porquinho das Pistas
Todo ano na época do inverno
Quando neva nas montanhas
Até a menor cidade
Se abre para o esporte de inverno
Até o Josef Palm de Colônia no Reno
Enrola suas pranchas
Ele esquia há vinte anos
Mas nunca aprende de verdade
Quando ele chega, ecoa da montanha:
E aí, seu bobalhão!
Bem-vindo aqui, senhor Josef Palm!
(e aí, seu bobalhão)
Você já treinou direitinho há tempos
(e aí, seu bobalhão)
Isso nunca foi ofuscado pelo sucesso!
(ei, bobalhão)
Josef avança, como se tivesse asas
Em direção à colina dos idiotas
Onde o esperto farmacêutico da vila
É o líder de um curso
Todas as pranchas deslizam fácil
Quando você as encera
Mas Josef, pequeno e largo
Ainda não chegou lá
E os outros ficam tirando sarro
E aí, seu bobalhão!
Quando ele grita: “Eu ainda preciso crescer!”
(e aí, seu bobalhão)
Um diz: “Na vida, você precisa
(e aí, seu bobalhão)
Nunca desistir da esperança!”
(ei, bobalhão)
Já se porta com confiança
Com as pranchas na frente do peito
Gira de forma descontraída e agora
Joga o farmacêutico pra fora
Na ligação sem travas
Esquiar na montanha sempre é bom
Balançando os quadris, pernas abertas
E aí, agora é hora!
Com charme, ele empurra a perna de apoio
(e aí, seu bobalhão)
Então desce, pé na tábua!
(e aí, seu bobalhão)
Entre os pinheiros cobertos de neve
(e aí, seu bobalhão)
Buracos profundos como banheiras
(ei, bobalhão)
À noite, cheio de harmonia
Se encontram no après-ski
Aqui está o Josef Palm na frente
Bebendo cerveja e cachaça
Ele já está bem alegre
Quando à noite ele cambaleia para a pista
“Vou mostrar pra vocês!” ele balbucia
E desce como uma avalanche
Josef saiu por volta das oito
(e aí, seu bobalhão)
Para a descida
(e aí, seu bobalhão)
À meia-noite ele já está
(e aí, seu bobalhão)
Na sala de emergência
(ei, bobalhão)
Cheio de amargura, ouve-se ele sussurrar:
“Sempre aparece algo no meu caminho!
À noite só um leve porre
De manhã já com a perna engessada!”
Ele adormeceu de mau humor
Mas então sonha feliz
Como se do teleférico
Fizesse xixi na cabeça de todos
No sonho, ouve a multidão gritar:
“E aí, seu bobalhão!
Pare com isso, seu porquinho das pistas!”
(e aí, seu bobalhão)
Mas sonhos raramente se realizam
(e aí, seu bobalhão)
Talvez funcione no próximo ano!
(ei, bobalhão)