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Uma Canção Real (Cânone Escandaloso)

Ultimo Aviso

Una canción regia (Canón escandaloso)

- Ahora a los postres, nada mejor que un poco de música, músicos, los músicos, cantad.

- Majestad, hemos compuesto una pequeña canción en homenaje a vuestra esposa, la reina.

- Bien, adelante.

Dulce reina mía,
una nueva fantasía en cada nuevo verso,
deseo mostrarte,
no quiero decir más,
lo que tú ya sabes.
El día en que te conocí me pareció
muy grande
tu inteligencia,
vi tu nariz
diminuta,
vi tu cabelleraaa
cayendo sobre tu cintura
y tus pechos
maternales.
Y ahora ves la sombra
de uno que sin esperanzas te ama
ves el llanto
del infeliz
porque tú perteneces a otro
sólo eres
de tu marido.

- Bravo, bravo, quisiera escucharla una vez más, pero me gustaría más a dos voces.

- Pero, tengo una sóla majestad

- Que cante aquel otro músico el de la viola.

- Es que yo no se la letra majestad

- Oh, bien entonces cantadla en canon

- ¿En dónde?

- En canon, esa manera en que primero canta uno y luego otro hace la, imitación, comienza tú y tú que no sabes la letra vas repitiendo lo que el canta, ¿qué ocurre? ¡no sabeis lo que es un canon!

- Oh, si, si... sabeís.

CANON
Dulce reina mía,
una nueva fantasía en cada nuevo verso,
Dulce reina mía
deseo mostrarte,
una nueva fantasía en cada nuevo verso
no quiero decir más,
deseo mostrarte
lo que tú ya sabes.

El día en que te conocí me pareció
El día en que te conocí...
muy grande
me pareció
tu inteligencia,
muy grande
vi tu nariz
tu inteligencia
diminuta,
vi tu nariz
vi tu cabelleraaa
diminuta
cayendo sobre tu cintura
vi tu cabellera
y tus pechos
cayendo sobre tu cintura.

Y ahora ves la sombra
de uno que sin esperanzas te ama
Y ahora ves la sombra
ves el llanto
de uno que sin esperanzas te ama
del infeliz
ves el llanto
porque tú perteneces a otro,
sólo eres
del infeliz
de tu marido.

Uma Canção Real (Cânone Escandaloso)

- Agora, para a sobremesa, nada melhor que um pouco de música, músicos, os músicos, cantem.

- Majestade, compusemos uma pequena canção em homenagem à sua esposa, a rainha.

- Muito bem, pode começar.

Doce rainha minha,
uma nova fantasia em cada verso novo,
desejo te mostrar,
não quero dizer mais,
o que você já sabe.
No dia em que te conheci, me pareceu
muito grande
tua inteligência,
vi teu nariz
diminuto,
vi teu cabelo
caindo sobre tua cintura
e teus seios
maternais.
E agora vê a sombra
de um que sem esperanças te ama
vê o choro
do infeliz
porque você pertence a outro
só é
do seu marido.

- Bravo, bravo, gostaria de ouvir mais uma vez, mas gostaria mais em duas vozes.

- Mas, eu só tenho uma, majestade.

- Que cante aquele outro músico, o da viola.

- É que eu não sei a letra, majestade.

- Oh, bem, então cante em cânone.

- Onde?

- Em cânone, essa maneira em que primeiro canta um e depois o outro faz a imitação, comece você e você que não sabe a letra vai repetindo o que ele canta, o que acontece? Não sabe o que é um cânone!

- Oh, sim, sim... sabemos.

CÂNONE
Doce rainha minha,
uma nova fantasia em cada verso novo,
Doce rainha minha
desejo te mostrar,
uma nova fantasia em cada verso novo
não quero dizer mais,
desejo te mostrar
o que você já sabe.

No dia em que te conheci, me pareceu
No dia em que te conheci...
muito grande
me pareceu
tua inteligência,
muito grande
vi teu nariz
tua inteligência
diminuto,
vi teu nariz
vi teu cabelo
diminuto
caindo sobre tua cintura
vi teu cabelo
e teus seios
caindo sobre tua cintura.

E agora vê a sombra
de um que sem esperanças te ama
E agora vê a sombra
vê o choro
de um que sem esperanças te ama
do infeliz
vê o choro
porque você pertence a outro,
só é
do infeliz
do seu marido.

Composição: