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Letra

    A seiva seca a seu tempo
    Do tronco o legado
    Na folha caída
    Despida

    Da cor do passado

    Olhos queimados de noite
    De sombra em viagem
    Ao pássaro ferido
    Da queda aturdido

    O céu lhe devolve a coragem

    Em tudo o que é de mudar
    Em tudo o que é de virar
    Na força o que é de mover
    No fim o que é de acabar

    A fúria espreita no eixo
    O peito resiste
    O punho sustenta
    A voz que rebenta

    O eco persiste

    Escapam-se escassos das chamas
    Em rumos de mar
    O sonho crepita
    A esperança gravita

    Que o sol brilha noutro lugar

    Em tudo o que é de mudar
    Em tudo o que é de virar
    Na força o que é de mover
    No fim o que é de acabar

    Composição: João Mota / Pedro Franco. Essa informação está errada? Nos avise.

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