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Letra

    Cede o sobreiro plangente
    Ao velho cantar da serpente
    E enquanto ele adormece
    Tudo em seu torno envelhece

    E por entre um véu de ilusões roubadas ao céu
    A sombra caiu na vereda
    Turvando a razão como um deus pagão
    Que de sonhos vãos se embebeda

    Dançam portões com o vento
    E é belo o seu movimento
    Como se nada impedissem
    Como se ao mundo se abrissem

    E ecoam em nós as glórias dos nossos avós
    Como hinos de guerras vencidas
    Histórias de cordel
    Sobre os escombros de Babel

    Que a miúde são repetidas

    Composição: João Mota / Pedro Franco. Essa informação está errada? Nos avise.

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