Não Tem Pra Ninguém
UMBANDA NATION
Primeira vez que eu entrei na gira
Já senti logo a bahia me chamar
O atabaque batendo ligeiro
E meu corpo começando balançar
Era saia rodando, chapéu balançando
Sorriso que corta igual flecha no ar
O baiano veio vindo, gingado bonito
E eu sem entender, só querendo dançar
É palma na palma
É passo no chão
É vento correndo
No meu coração
É cheiro de dengo
Alegria também
Quando baiano entra
Não tem pra ninguém
Ela vem rindo, puxando conversa
Falando alto pra tudo notar
Um dedo de prosa, dois goles de força
E uma luz que nem consigo explicar
Era canto na boca, fogo no peito
Meu pé batendo antes de notar
O ponto subiu, o corpo soltou
E eu quis a bahia inteira abraçar
É palma na palma
É passo no chão
É vento correndo
No meu coração
É cheiro de dengo
Alegria também
Quando baiano entra
Não tem pra ninguém
Saravá toda a baianada!
É axé quente, quente, quente
Que começa e não sabe parar
É alegria, é arrepio vendo
O terreiro todo a vibrar
Quando baiano gira forte
Ninguém segura esse lugar
Eita baianada
É mão na cintura
É olho brilhando
É baiano na gira
E terreiro vibrando
Pra lá e pra cá
Esquerda e direita
Eu vi um baiano no fundo gritar
Ô meu fi
É palma na palma
É passo no chão
É vento correndo
No meu coração
É cheiro de dengo
Alegria também
Quando baiano entra
Não tem pra ninguém
É palma na palma
É passo no chão
É vento correndo
No meu coração
É palma na palma
É passo no chão
É vento correndo
No meu coração
Saravá, baianada!



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