Corre, Princesa
Corran, princesas, no miren atrás
El bosque despierta, ya no dormirá
Las ramas susurran su nombre otra vez
Y esconden promesas bajo la vejez
No besen sus labios de falso carmín
Ni crean en las flores que deja al partir
Detrás de su abrazo no existe el calor
Solo el rumor del dolor
Cierren las puertas
Apaguen la luz
Ya no hay estrellas
Solo una cruz
Corran, princesas, no vuelvan jamás
La Luna ya no las podrá cuidar
Quien siga sus pasos perderá la voz
Y olvidará hasta el amor
Corran, princesas, no miren su faz
Sus ojos prometen eternidad
Pero en sus brazos no existe un final
Solo un eterno jamás
Las torres cerraron su viejo portal
El río ya no quiere reflejar
Las aves huyeron del viejo nogal
El viento aprendió a callar
Mil coronas yacen sobre el jardín
Sin una reina que vuelva a reír
Los cuentos se rompen al escuchar
Sus pasos al llegar
Si escuchan su canto, no respondan
Si toca su puerta, no la abran
Si ofrece un cielo, no crean
Porque su reino, es la condena
Corre
Corre
Mientras aún puedas respirar
Corre
Corre
No lo dejes entrar
Corre
Corre
No pronuncies su nombre jamás
Porque quien mira
Sus ojos
Nunca vuelve
A despertar
Corran, princesas, no vuelvan jamás
El bosque reclama una más
La última rosa dejó de crecer
Porque él volvió otra vez
Corran, princesas, no dejen de huir
Ya no hay castillo donde vivir
Si oyen su voz llamando al caer
Será demasiado tarde
Para correr
Corre, Princesa
Corram, princesas, não olhem pra trás
A floresta acorda, já não vai dormir
Os galhos sussurram seu nome outra vez
E escondem promessas sob a velhice
Não beijem seus lábios de falso carmim
Nem acreditem nas flores que deixa ao partir
Atrás de seu abraço não existe calor
Só o rumor da dor
Fechem as portas
Apaguem a luz
Já não há estrelas
Só uma cruz
Corram, princesas, não voltem jamais
A Lua já não pode cuidar de vocês
Quem seguir seus passos perderá a voz
E esquecerá até o amor
Corram, princesas, não olhem seu rosto
Seus olhos prometem eternidade
Mas em seus braços não existe um final
Só um eterno jamais
As torres fecharam seu velho portal
O rio já não quer refletir
As aves fugiram do velho nogueira
O vento aprendeu a calar
Mil coroas jazem sobre o jardim
Sem uma rainha que volte a rir
Os contos se quebram ao ouvir
Seus passos ao chegar
Se ouvirem seu canto, não respondam
Se tocar sua porta, não a abram
Se oferecer um céu, não acreditem
Porque seu reino é a condenação
Corra
Corra
Enquanto ainda puder respirar
Corra
Corra
Não deixe entrar
Corra
Corra
Nunca pronuncie seu nome
Porque quem olha
Seus olhos
Nunca volta
A despertar
Corram, princesas, não voltem jamais
A floresta clama por mais uma
A última rosa parou de crescer
Porque ele voltou outra vez
Corram, princesas, não parem de fugir
Já não há castelo onde viver
Se ouvirem sua voz chamando ao cair
Será tarde demais
Para correr