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O Círculo Selvagem

Under Eden

The Savage Circle

We've summoned up the suffering
Sufficient for eternity.
Never felt before on flesh,
Like lying in the serpent's rings.
Infest, corrode and conquer them,
The thoughts that breed benevolence.
Desensitize the warning nerves,
To numb self-preservation sense.

Expressions of their self-awareness,
Black holes spun to be the canvas
Absorb emotions' fiery colors,
Displayed for empty sockets' stares.
Devoid of common sense perception,
Oblivious to lost reflection.
No inward glance for absent vision.
The savage circle twists within.

It's a primal world's dying dance,
Celebrating martyrs of the mad.
A hollow core devoid of sustenance,
Paralysis so statuesque.

Condemned at birth to roles of war,
To run a self-destructive race.
Witness to the grave misfortune,
"destiny" our epitaph.
Struggle for a stronger handhold,
Iron grasps, unshifting stance.
Deny the mercy set aside.
Safe silence from the chamber's blast.

Brace your soul for the storm
Whipping 'round in the night.
Anchors tear from their bonds
In the dawn's burning light.

Winds of winter rush down,
Waters torn from the void.
In the face of the deep
Hear the dying cries"

One last look to the sky
As it falls overhead.
Sun and starlight obscured
As true nightfall descends.
Final words come in short
Calculated commands.
Not the cold grip of death,
But by our own hands.

Deception of the highest order,
Filtered down to those below.
Unsuspecting nameless faces
Cast as pawns, the dice are rolled.
Bittersweet the victory,
Achieved at costs too high to count.
We dig our graves and step inside,
The savage circle twisting on.

O Círculo Selvagem

Convocamos o sofrimento
Suficiente para a eternidade.
Nunca sentido antes na pele,
Como deitar nos anéis da serpente.
Infeste, corroa e conquiste-os,
Os pensamentos que geram benevolência.
Dessensibilize os nervos de alerta,
Para entorpecer o instinto de preservação.

Expressões de sua autoconsciência,
Buracos negros girados para serem a tela
Absorvem as cores ardentes das emoções,
Exibidas para os olhares vazios.
Desprovidos de percepção de bom senso,
Alheios à reflexão perdida.
Sem olhar para dentro pela visão ausente.
O círculo selvagem se retorce dentro.

É uma dança de morte do mundo primal,
Celebrando mártires dos loucos.
Um núcleo oco desprovido de sustento,
Paralisia tão estátua.

Condenados ao nascer a papéis de guerra,
Para correr uma corrida autodestrutiva.
Testemunhas da grande desgraça,
"destino" nossa epígrafe.
Luta por uma pegada mais firme,
Garras de ferro, postura inabalável.
Negue a misericórdia deixada de lado.
Silêncio seguro do estouro da câmara.

Prepare sua alma para a tempestade
Que chicoteia na noite.
Âncoras se rasgam de seus laços
Na luz ardente da aurora.

Os ventos de inverno descem apressados,
Águas arrancadas do vazio.
Diante do profundo
Ouça os gritos moribundos.

Um último olhar para o céu
Enquanto cai sobre nós.
Sol e luz das estrelas obscurecidos
Enquanto a verdadeira noite desce.
Palavras finais vêm curtas
Comandos calculados.
Não o aperto frio da morte,
Mas pelas nossas próprias mãos.

Engano da mais alta ordem,
Filtrado para aqueles abaixo.
Rostos anônimos e desavisados
Lançados como peões, os dados são rolados.
Amarga a vitória,
Alcançada a um custo alto demais para contar.
Cavamos nossas covas e entramos,
O círculo selvagem se retorcendo.