When the Heavens Shed Tears
The final war to purge and purify this sacred world - vilified.
one culture interred with righteousness, weaved from deception.
down on bent knees we cry for salvation.
upon death we feast with blood soaked deceit
destruction creeps but demons don't speak.
for the truth makes hearts bleed with sorrow
so angels watch the funeral march
and wait for a desined tomorrow
Preyed upon by the pestilence of avarice and ignorance.
from the cradle to the grave we forfeit.
freedom to the ranks of slaves
Cemons dance to a black symphony
as the war comes quick to a close
and angels on high look down
in disgust to a dead earth that circles below
When the heavens shed tears
a sordid dusk rapes their sun-sorched machinery of disease.
this brutal path we tread etched by tears of the damned.
the art of salvation crafted by hands that would kill... that would kill
A wasteland,
a ruin is all that remains as this iron-age dissolves life to commodity,
our souls committed to atrocity,
no sort of prayer can save us now but...
Still we will fight down from the heavens into the arms of my mother earth.
to burn the cradle of civilization - returned to dust,
still we will fight down from the heavens
Quando os Céus Derramam Lágrimas
A guerra final para purgar e purificar este mundo sagrado - vilipendiado.
uma cultura enterrada com retidão, tecida de engano.
ajoelhados, clamamos por salvação.
na morte, nos banqueteamos com a traição ensanguentada
a destruição se aproxima, mas os demônios não falam.
pois a verdade faz os corações sangrarem de tristeza
então os anjos observam a marcha fúnebre
e esperam por um amanhã designado.
Sendo alvo da peste da avareza e da ignorância.
do berço à cova, nos entregamos.
liberdade para as fileiras de escravos.
Cemons dançam uma sinfonia negra
enquanto a guerra chega rapidamente ao fim
e os anjos lá do alto olham para baixo
com desgosto para uma terra morta que gira abaixo.
Quando os céus derramam lágrimas
e um crepúsculo sórdido estupram sua maquinaria doente e ensolarada.
esse caminho brutal que trilhamos, gravado pelas lágrimas dos condenados.
a arte da salvação criada por mãos que matariam... que matariam.
Um deserto,
uma ruína é tudo que resta enquanto esta era de ferro dissolve a vida em mercadoria,
nossas almas comprometidas com a atrocidade,
não há oração que possa nos salvar agora, mas...
Ainda lutaremos descendo dos céus para os braços da minha mãe terra.
para queimar o berço da civilização - retornando ao pó,
ainda lutaremos descendo dos céus.