Reckoning
Ashes to ashes, forever we fall down
With broken dreams we're blind to see
What twisted words they tell
In a sky that's without stars tonight
Where Nightmares grow so real
How far we fall, forever lost in broken concrete fields.
In a world that grinds so ceaselessly
Where the wheels of culture turn.
Where machines of hate speak hideously
And heaven's brightness burns
Offered up the fruits of slavery
Sown - the poisonous seeds of forgetting
Grow choking vines like bitter tragedies
And piercing thorns unseen.
And so runs the world away
On scriptured lies
The ash of memory
And so we fall away
On scriptured lies
The ash of memory.
In the withered tongues of love we'll speak
Our whisperhidden heresies
Ten thousand years of bondage
And their cultures black disease
May this bloodstained tale come to an end
Blessed are we who without hope at history's end
And we have buried what we have known of love
Come hollow eyes and unseen thoughts and brutal selfishness
And these scars of hate will never heal
These wounds that do bleed dry
Our mother earth condemned to die alone and she does cry
As we have grown deaf to the ceaseless roar
Of paradise burning forevermore
Choked with ash those dreams within us
Are waiting to be born
Let us speak of god
Let us speak of pain
Let us speak of suffering, sin and hate
Shut tight our eyes to their hollow lies
In this broken land of the dead
May silver tongue screams fall upon deaf ears
May the rivers of heaven run red
Acerto de Contas
Cinzas a cinzas, para sempre caímos
Com sonhos quebrados, estamos cegos para ver
Quais palavras distorcidas eles contam
Em um céu que está sem estrelas esta noite
Onde pesadelos crescem tão reais
Quão longe caímos, para sempre perdidos em campos de concreto quebrado.
Em um mundo que moí incessantemente
Onde as engrenagens da cultura giram.
Onde máquinas de ódio falam horrivelmente
E o brilho do céu queima
Oferecidos os frutos da escravidão
Semeados - as sementes venenosas do esquecimento
Crescem vinhas sufocantes como tragédias amargas
E espinhos cortantes invisíveis.
E assim o mundo se afasta
Em mentiras escritas
As cinzas da memória
E assim caímos
Em mentiras escritas
As cinzas da memória.
Nas línguas murchas do amor falaremos
Nossas heresias sussurradas escondidas
Dez mil anos de cativeiro
E a doença negra de suas culturas
Que essa história manchada de sangue chegue ao fim
Benditos somos nós que sem esperança no fim da história
E enterramos o que conhecíamos do amor
Vêm olhos ocos e pensamentos invisíveis e brutal egoísmo
E essas cicatrizes de ódio nunca vão cicatrizar
Essas feridas que sangram até secar
Nossa mãe terra condenada a morrer sozinha e ela chora
Enquanto nos tornamos surdos ao rugido incessante
Do paraíso queimando para sempre
Sufocados com cinzas, aqueles sonhos dentro de nós
Estão esperando para nascer
Vamos falar de Deus
Vamos falar de dor
Vamos falar de sofrimento, pecado e ódio
Fechamos bem nossos olhos para suas mentiras ocas
Nesta terra quebrada dos mortos
Que gritos de língua prateada caiam em ouvidos surdos
Que os rios do céu corram vermelhos.