La Fatalité De L'Amour Véritable
Croissance si ultime que devenu immaîtrisable, dépassant tous les entendements de la raison
La passion dévorant l'amant et l'amante se mua en un flot de lave destructeur de l'immortel
Infesté par l'inévitable, l'hymen profane se meurt
Dieu contre Dieu
Suffoqué par la vie semeuse la mort
Invoquée par l'appel de l'amour véritable
La honte engendrée par l'immonde acte
Ne pourra être effacée
Car les cicatrises persisterons par delà les songes
Et devant l'oubli témoigneront
L'amour est un mensonge
Né dans la bouche du vil ignorant
Périssent ces sinistres damnés
Ainsi moururent Tristan et Iseut
Décapité, décapité le cadavre rampe toujours
Forniquant avec la terre à qui il reviendra
Sans âme, sans feu, sans âme, sans feu, la chair se meurt seule
Les promis à l'amour s'étaient jurés la mort éternelle
Le sang mélangé s'embrase à travers les millénaires
Un volcan mortel est né, en constante éruption
Infesté par l'inévitable, l'hymen profane se meurt
Dieu contre Dieu
Suffoqués par la vie semeuse la mort
Invoquée par l'appel de l'amour véritable
Le souvenir restera, l'histoire de ne s'oublie pas
Mais se répète, l'évolution n'existe pas
A commencement était la mort
Qui engendra mort, puis mort, et mort...
Marchant sur nos pas, d'autres tomberont
Avancement mécaniquement sous les contraintes biologiques
Egalement victimes de la sombre illusion
D'une promesse pure et bâtie sur un sol stable
Ainsi moururent Tristan et Iseut...
A Fatalidade do Amor Verdadeiro
Crescimento tão extremo que se tornou incontrolável, superando todos os entendimentos da razão
A paixão devorando o amante e a amante se transformou em um fluxo de lava destrutiva do imortal
Infestado pelo inevitável, o matrimônio profano está morrendo
Deus contra Deus
Sufocados pela vida semeando a morte
Invocada pelo chamado do amor verdadeiro
A vergonha gerada pelo ato imundo
Não poderá ser apagada
Pois as cicatrizes persistirão além dos sonhos
E diante do esquecimento testemunharão
O amor é uma mentira
Nascida na boca do vil ignorante
Pereçam esses sinistros condenados
Assim morreram Tristão e Isolda
Decapitado, decapitado o cadáver ainda rasteja
Fornicando com a terra a quem retornará
Sem alma, sem fogo, sem alma, sem fogo, a carne morre sozinha
Os prometidos ao amor juraram a morte eterna
O sangue misturado se inflama através dos milênios
Um vulcão mortal nasceu, em constante erupção
Infestado pelo inevitável, o matrimônio profano está morrendo
Deus contra Deus
Sufocados pela vida semeando a morte
Invocada pelo chamado do amor verdadeiro
A lembrança permanecerá, a história não se esquece
Mas se repete, a evolução não existe
No começo estava a morte
Que gerou morte, depois morte, e morte...
Caminhando em nossos passos, outros cairão
Avanço mecanicamente sob as pressões biológicas
Igualmente vítimas da sombria ilusão
De uma promessa pura e construída sobre um solo estável
Assim morreram Tristão e Isolda...