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Daltônico

Unrequited

Colorblind

pathetic creatures,
walking endless,
pathetic species,
lost in a myth
breeding like rats,
glorious glimpse at the heavens
casting down on shallow threads
over horizons that lay unlimited
sunlight upon my face
crazy world, crazy girl
lost in the sunlight
slaughtered, murdered
over tragic century
spreading claiming
a victim's plea
don't find me misleading, deceiving
i am what i seem
a symbol a product a broken culture
but, bruised, stoned, drunk,
walking dead...
i don't need your conclusion,
i don't need your reason
i will live the life I wanna live
help me Jesus I can't,
give what they want me to give
only lost highways i stray
towards the sunlight,
where no one dares to wear a face
all colors blend,
into sunlight
rain down on me
crazy world, crazy girl
in the sunlight.
what of the horrors, what of the hate
what of the fear, that we all face.
in you in me... because of our skin
we separate, retaliate the colors collide
in attempt to fuckin' survive
a twisted culture
into the streets again, we all try to defend
a sacred place to feel safe. It's like a
mockery of a society that's been laid
to waste with no chance. a place of broken
dreams a place where nothing seems just
what it seems to be.
I try to open my eyes to a much
brighter light.
but it seems to be, dying,
taking us to the grave....

Daltônico

criaturas patéticas,
perambulando sem fim,
espécies patéticas,
perdidas em um mito
se reproduzindo como ratos,
um vislumbre glorioso dos céus
cai sobre fios rasos
dos horizontes que se estendem ilimitados
luz do sol no meu rosto
mundo louco, garota louca
perdida na luz do sol
massacrada, assassinada
em um século trágico
espalhando reivindicações
de um apelo de vítima
não me ache enganosa, iludida
sou o que pareço
um símbolo, um produto, uma cultura quebrada
mas, machucada, apedrejada, bêbada,
morto-vivo...
eu não preciso da sua conclusão,
eu não preciso da sua razão
eu vou viver a vida que quero viver
ajuda-me, Jesus, eu não consigo,
dar o que eles querem que eu dê
só estradas perdidas eu sigo
em direção à luz do sol,
de onde ninguém se atreve a usar uma máscara
todas as cores se misturam,
na luz do sol
cai sobre mim
mundo louco, garota louca
na luz do sol.
e quanto aos horrores, e quanto ao ódio
e quanto ao medo, que todos enfrentamos.
em você, em mim... por causa da nossa pele
nos separamos, retaliamos, as cores colidem
na tentativa de sobreviver
uma cultura distorcida
nas ruas de novo, todos tentamos defender
um lugar sagrado para nos sentirmos seguros. É como uma
zombaria de uma sociedade que foi
destruída sem chance. um lugar de sonhos quebrados
um lugar onde nada parece ser apenas
o que parece ser.
Eu tento abrir meus olhos para uma luz
muito mais brilhante.
mas parece estar morrendo,
levando-nos ao túmulo....