395px

Josef K

Until They Burn Me

Josef K

As Josef K was dreaming of the grave
Remembering we'd all be saved
On that final day
His heart was filled with laughter
Thinking of the great hereafter
And all the while his hair was turning gray

Oh Josef K
There will come a day
When all you know beneath the heavens is betrayed
So sharpen your cynicism
Digging in, making wishes
Preparing bitter points to penetrate

You're mercenary to the bone
But you sell your skin so cheap
You're all dressed up in fancy clothes
But in the end, you're just fresh meat
You made a deal, you make believe
You made a promise you can't keep
But down here, my dear
On the dark and bloody ground
I've found
They play for keeps

Soft brushes painted bruises
Crimson slashes
Vital organs
Speckled fuchsia
Violet champagne
And cotton candy feathers
Spread from underneath the edges
Music, magic, medicine parade
You're mercenary to the bone
But you sell your skin so cheap

You're all dressed up in fancy clothes
But in the end, you're just fresh meat
You made a deal, you make believe
You made a promise you can't keep
But down here, my dear
On the dark and bloody ground
I've found
They play for keeps
Silk gloves have become latex
No longer soft caresses
Ribbons become ropes by which you're bound
Josef, you're out of wishes
I count 10, 000 stitches
We all knew how this was going down

We Carve our names into the skin
Reciting sacred verses
I'm sitting in the bathroom stall
I'll scratch a phallic symbol there
Reciting ancient curses
No I'm not scared, not scared at all
We carve our names into the skin
Reciting sacred verses
I'm sitting in the bathroom stall
I'll scratch a phallic symbol there
Reciting ancient curses

No I'm not scared, not scared at all
We carve our names into the skin
Reciting sacred verses
I'm sitting in the bathroom stall
I'll scratch a phallic symbol there
Reciting ancient curses
No I'm not scared, not scared at all
We carve our names into the skin
Reciting sacred verses
I'm sitting in the bathroom stall

I'll scratch a phallic symbol there
Reciting ancient curses
No I'm not scared, not scared at all

Josef K

Enquanto Josef K sonhava com o túmulo
Lembrando que todos nós seríamos salvos
Naquele dia final
Seu coração estava cheio de risadas
Pensando no grande além
E enquanto isso, seu cabelo ia ficando grisalho

Oh Josef K
Vai chegar um dia
Quando tudo que você conhece sob os céus será traído
Então afie seu cinismo
Cavando fundo, fazendo desejos
Preparando pontos amargos para penetrar

Você é mercenário até os ossos
Mas vende sua pele tão barato
Você está todo arrumado em roupas de grife
Mas no final, é só carne fresca
Você fez um acordo, você faz de conta
Você fez uma promessa que não pode cumprir
Mas aqui embaixo, meu querido
No chão escuro e ensanguentado
Eu descobri
Que eles jogam pra valer

Pincéis suaves pintaram hematomas
Cortes carmesins
Órgãos vitais
Fúcsia salpicada
Champanhe violeta
E penas de algodão doce
Espalhadas por baixo das bordas
Música, mágica, desfile de medicina
Você é mercenário até os ossos
Mas vende sua pele tão barato

Você está todo arrumado em roupas de grife
Mas no final, é só carne fresca
Você fez um acordo, você faz de conta
Você fez uma promessa que não pode cumprir
Mas aqui embaixo, meu querido
No chão escuro e ensanguentado
Eu descobri
Que eles jogam pra valer
Luvas de seda se tornaram látex
Não são mais carícias suaves
Fitas se tornam cordas pelas quais você está amarrado
Josef, você ficou sem desejos
Eu conto 10.000 pontos
Todos nós sabíamos como isso ia acabar

Nós gravamos nossos nomes na pele
Recitando versos sagrados
Estou sentado na cabine do banheiro
Vou arranhar um símbolo fálico ali
Recitando maldições antigas
Não, não estou com medo, nem um pouco
Nós gravamos nossos nomes na pele
Recitando versos sagrados
Estou sentado na cabine do banheiro
Vou arranhar um símbolo fálico ali
Recitando maldições antigas

Não, não estou com medo, nem um pouco
Nós gravamos nossos nomes na pele
Recitando versos sagrados
Estou sentado na cabine do banheiro
Vou arranhar um símbolo fálico ali
Recitando maldições antigas
Não, não estou com medo, nem um pouco
Nós gravamos nossos nomes na pele
Recitando versos sagrados
Estou sentado na cabine do banheiro

Vou arranhar um símbolo fálico ali
Recitando maldições antigas
Não, não estou com medo, nem um pouco

Composição: Until They Burn Me