Yumeji no Machi
めにみえていた
me ni miete ita
もりとまちのなか
mori to machi no naka
すみかをなくした
sumika o nakushita
かれのてあと
kare no teato
てをあわせていた
te o awasete ita
なみとうずのなか
nami to uzu no naka
なつのよにきえたひとりごと
natsu no yo ni kieta hitorigoto
あおぞらひろがるこのだいちに
aozora hirogaru kono daichi ni
みつけたきんみらい
mitsuketa kinmirai
まっぷたつになったはざまのなかで
mapputatsu ni natta hazama no naka de
はじまるおとぎばなし
hajimaru otogibanashi
じぜんのなかであるきはしりと
jizen no naka de arukihashiri to
さまよいつづけていた
samayoi tsuzukete ita
ひたすらただあるいたさきには
hitasura tada aruita saki ni wa
なにがみえるのだろう
nani ga mieru no darou
もりのなかかけぬけて
mori no naka kakenukete
たどりつきみたまちなみが
tadoritsuki mita machinami ga
どこかでよんでいるきがしたんだ
dokoka de yonde iru ki ga shita nda
からだがうごきだす
karada ga ugokidasu
めにみえてきた
me ni miete kita
たてもののあいだ
tatemono no aida
だれかのかげをもわすれさられ
dareka no kage o mo wasuresarare
さききらめいた
saki kirameita
めばえたきおくが
mebaeta kioku ga
どこかでないていた
dokoka de naite ita
ああ
aa
あるいたせいしんせかいのなか
aruita seishin sekai no naka
まどうこころのそこ
madou kokoro no soko
あしあとのさき、のうりのなかに
ashiato no saki, nouri no naka ni
だれかがいるみたいで
dareka ga iru mitai de
まねくようにきこえるひとかげが
maneku you ni kikoeru hitokage ga
からだをひきよせる
karada o hikiyoseru
かくうのかんばんのなか
kakuu no kanban no naka
さえたおとがきこえてくる
saeta oto ga kikoete kuru
するとめをかくされて
suruto me o kakusarete
とつじょけされてしまうように
totsujo kesarete shimau you ni
いつのまにかとばされてしまった
itsunomanika tobasarete shimatta
みあきていたうすび
miakite ita usubi
てをさしひた
te o sashinobeta
けものみちのなか
kemonomichi no naka
めいきゅうをかけぬけたどりついた
meikyuu o kakenuke tadoritsuita
てをさしだした
te o sashidashita
まだつづいていた
mada tsuzuite ita
ふたたびあらわれたまちなみ
futatabi arawareta machinami
げんそうがゆるみ
gensou ga yurumi
しかいがかすれる
shikai ga kasureru
あのけしきのうりにやきつけて
ano keshiki nouri ni yakitsukete
みんなさよなら
minna sayonara
またあえるひまで
mata aeru hi made
そうおもいながらめをとじた
sou omoi nagara me o tojita
A Cidade dos Sonhos
Eu podia ver
A floresta e a cidade
Perdendo sua morada
O toque dele
Unindo as mãos
No meio das ondas e redemoinhos
Palavras solitárias desaparecem como noites de verão
No vasto céu azul desta terra
Encontrei o futuro dourado
No intervalo que se tornou completamente transparente
Começa um conto de fadas
Caminhando rapidamente no presente
Continuava vagando
O que será que posso ver
À frente, apenas caminhando sem rumo
Correndo pela floresta
Cheguei à cidade que vi
Senti como se alguém estivesse me chamando de algum lugar
Meu corpo começa a se mover
Entre os edifícios
Que vi com meus próprios olhos
A sombra de alguém parece ter sido esquecida
Brilhando à frente
Memórias recém-despertadas
Estavam chorando em algum lugar
Ah
Dentro do mundo espiritual que caminhei
No fundo do coração confuso
Alguém parece estar lá, além das pegadas
Ouvindo uma sombra que parece chamar
Um eco que parece chamar
Arrasta meu corpo
Dentro da placa de névoa
O som da flauta ressoa
De repente, meus olhos são cobertos
Como se fossem apagados de repente
Sem perceber, fui levado
Para um lugar que estava escondido
Estendendo a mão
Dentro do caminho dos animais
Atravessando o labirinto, cheguei
Estendendo a mão
Ainda continuava
A cidade que apareceu novamente
A ilusão se desvanece
A visão fica turva
Queimando na paisagem recém-despertada
Adeus a todos
Até o dia em que nos encontraremos novamente
Enquanto pensava assim, fechei os olhos