Para Mí (Ti)
Esto durará, tan solo dos minutos
Porque creo es suficiente para expresar lo que siento
Pues yo siento que los años se volvieron diminutos
Dime quien quiere el exceso cuando no le queda tiempo
Pienso en mi futuro entre estos muros
Aunque sé que el lapicero de la vida yo no lo controlo
Es casi media noche y estoy solo
Escribo en tono oscuro porque el corazón depuro
Tu que escucharas quizá mis frases un mañana
Pregúntate si es necesario lo que ahora extrañas
Pregúntate si superaste lo que hoy te consume
Y te preocupa, lloras, piensas, sé que así esto se resume
Que hay de lo aprendido, ¿Crees que aún vale la pena?
O consideras que no sirven cada uno de los teoremas
O quizá, ya encontraste la respuesta
Al motivo de tu existencia que en resumen se que es nuestra
Piensa otro minuto, observa detrás tuyo
Solo observas estás ruinas y no lo que se construyo
Yo que he dedicado tanto tiempo a estos cimientos
De conocimientos siento que he dejado sentimientos
Mientras tanto, de mi no puedo esconderme
Aunque ayer opte más por conocer que por conocerme
Intento rescatarme, amarme y seguir valorando
Pues el ser sin amor propio no podrá seguir amando
Ando con mil dudas rondando por mi cabeza
Mientras se agotan mis años de vida por la corteza
Siento que la muerte me acecha con sutileza
Pues llegado ese momento sabré si libra o apresa
El hoy es tan magnífico que lo desperdiciamos
Pensando, sin hacer nada por los que más amamos
El tiempo no se compra con dinero o con adornos
Se que esto se entenderá cuando sepan que no hay retorno
Y si escribo es, para sentirme vivo
Pues el ser en este mundo a su existencia da un motivo
Hoy mi motivo es que me escuches y te sientas con gran calma
Soy un cuerpo redactando lo que le dicta su alma
Quiero creer que somos uno
Que todo ser es oportuno
Por eso esto va para mi
Y también va para ti
Para Mim (Você)
Isso vai durar, só dois minutos
Porque acho que é o suficiente pra expressar o que sinto
Pois eu sinto que os anos se tornaram pequenos
Me diz quem quer o excesso quando não tem tempo
Penso no meu futuro entre essas paredes
Embora eu saiba que a caneta da vida eu não controlo
É quase meia-noite e estou sozinho
Escrevo em tom sombrio porque o coração é puro
Você que ouvirá talvez minhas frases um dia
Pergunte-se se é necessário o que agora você sente falta
Pergunte-se se superou o que hoje te consome
E te preocupa, chora, pensa, sei que assim isso se resume
E quanto ao que aprendeu, acha que ainda vale a pena?
Ou considera que não servem cada um dos teoremas?
Ou talvez, já encontrou a resposta
Para o motivo da sua existência que no fundo sei que é nossa
Pense mais um minuto, observe atrás de você
Só vê essas ruínas e não o que foi construído
Eu que dediquei tanto tempo a esses alicerces
De conhecimentos sinto que deixei sentimentos
Enquanto isso, de mim não posso me esconder
Embora ontem optei mais por conhecer do que por me conhecer
Tento me resgatar, me amar e continuar valorizando
Pois ser sem amor próprio não vai conseguir amar
Ando com mil dúvidas rondando minha cabeça
Enquanto meus anos de vida se esgotam pela casca
Sinto que a morte me espreita com sutileza
Pois quando chegar esse momento saberei se liberta ou aprisiona
O hoje é tão magnífico que o desperdiçamos
Pensando, sem fazer nada pelos que mais amamos
O tempo não se compra com dinheiro ou com adornos
Sei que isso será entendido quando souberem que não há retorno
E se escrevo é, para me sentir vivo
Pois ser neste mundo dá um motivo à sua existência
Hoje meu motivo é que você me ouça e se sinta em grande calma
Sou um corpo redigindo o que sua alma lhe dita
Quero acreditar que somos um
Que todo ser é oportuno
Por isso isso vai para mim
E também vai para você