Pupazzi
[vacca] Mr cartoon...
yo vacca...
yo yo sento ke nessuno qui parla
sembra un mortorio questa stanza buia
peluche decapitati corde
appese ghigliottina ma,
terra bambole impiccate
e il soldatino sanguina c'è il playmobile
che se la ghigna (bau)
quando è notte dentro
questa stanza troppo tempo è stato perso
con un universo assai contorto un altro
sotto tua tortura posso opporti col
bisturi non è un tatuaggio è un parto
con la pancia par
terminar col collo chili di gomma
piuma riversati sul tappeto giochi
frantumati e teste ricucite nel didietro
ma anime senza corpo ormai molto subirai una volta
entrato in questa stanza piu non uscirai.
Rit. (x2)
Non lo sopporto no lo sguardo fisso
un po come se ti inquieta.
Non lo sopporto no il sorriso
fisso un po come se mi angoscia.
Vedo nella stanza che piange un
gioco frantumato perde il sangue
bambole disperate alla ricerca delle
garze tu cerca di scappare perché ormai
tutto è perduto la vita di quel Toy
è finita in meno di un
minuto se resti forse non potrai rivedere
più la luce se scappi eviterai le ricucite
ripetute do poco per un gioco che non è
nemmeno nato ma ben poco per un toy che è
stato appena torturato ma adesso non fermarti
o prima o poi finirà tutto lo so che stai
soffrendo e che sei stanco sei distrutto
il paradiso per i toy non l'hanno mai
inventato per loro esiste un solo inferno
e c'hanno già marciato.
Rit. (x2)
Non lo sopporto no lo sguardo fisso
un po come se ti inquieta.
Non lo sopporto no il sorriso
fisso un po come se mi angoscia.
Fantoches
[vaca] Sr. cartoon...
yeh vaca...
yeh, eu sinto que ninguém aqui fala
parece um cemitério essa sala escura
pelúcias decapitadas, cordas
penduradas, guilhotina, mas,
tem bonecas enforcadas
e o soldadinho sangra, tem o playmobil
que ri (au)
quando é noite dentro
nesta sala, muito tempo foi perdido
com um universo bem torto, outro
sob sua tortura, posso te opor com
o bisturi, não é uma tatuagem, é um parto
com a barriga pra
terminar com o pescoço, quilos de borracha
pena espalhada pelo tapete, brinquedos
quebrados e cabeças costuradas no traseiro
mas almas sem corpo, agora você vai sofrer, uma vez
que entrou nesta sala, não sairá mais.
Refrão (x2)
Não aguento, não, o olhar fixo
um pouco como se te inquieta.
Não aguento, não, o sorriso
fixo, um pouco como se me angustia.
Vejo na sala que chora um
brinquedo quebrado, perde sangue
bonecas desesperadas à procura das
bandagens, você tenta escapar porque, afinal,
tudo está perdido, a vida daquele Toy
acabou em menos de um
minuto, se ficar, talvez não veja
mais a luz, se escapar, evitará as costuras
repetidas, pouco por um brinquedo que não é
nem mesmo nascido, mas bem pouco por um toy que foi
apenas torturado, mas agora não pare
ou antes ou depois, tudo vai acabar, eu sei que você está
sofrendo e que está cansado, você está destruído,
o paraíso para os toys nunca foi
inventado, para eles existe um só inferno
e já marcharam por lá.
Refrão (x2)
Não aguento, não, o olhar fixo
um pouco como se te inquieta.
Não aguento, não, o sorriso
fixo, um pouco como se me angustia.