My Breath Makes a Path Through the Dust
Mist embrace marble, step timidly
Evening shed, bled through fissured glass
Sapless leaves caress her marble sheet
Church bells, far-flung, ring
Within this coffin, she lays her head
A waning, ambered silhouette
Breathe whispers, my words trembling
Dust motes clutched in suspension
Remove her finery, bloodless skin
On her knees, in a posture of prayer
My breath flew, thrust-through, barbed thorns
Church bells, far-flung, ring
Collapsed on her back, once pinned in the dirt
Buggered whore, stare under her skirt
Tongue upon thigh, lick careless lust
My breath makes a path through the dust
Her habit hiked up, black, rotten and tattered
Flung over her head, fingers seize upon her neck
Foreplay embark, tongue pushing past
Whisper a path through her dust
Hushed lips I kissed, an open wound
Whilst teardrops cleave the worm's acre
God's faithful laid bare to lust
My breath makes a path through the dust
Meu Sopro Abre Caminho na Poeira
Névoa abraça o mármore, passo tímido
Noite se despede, sangrando pelo vidro trincado
Folhas sem seiva acariciam seu lençol de mármore
Sinos da igreja, distantes, tocam
Dentro deste caixão, ela repousa a cabeça
Uma silhueta minguante, âmbar
Sussurros de respiração, minhas palavras tremem
Pó suspenso, partículas agarradas
Tire suas finas roupas, pele sem sangue
De joelhos, numa postura de oração
Meu sopro voou, atravessando espinhos
Sinos da igreja, distantes, tocam
Colapsada de costas, antes presa na terra
Puta fodida, olha por baixo da saia
Língua na coxa, lambe a luxúria descuidada
Meu sopro abre caminho na poeira
Seu hábito levantado, preto, podre e esfarrapado
Lançado sobre a cabeça, dedos agarram seu pescoço
Preliminares começam, língua empurrando além
Sussurre um caminho pela sua poeira
Lábios silenciosos que beijei, uma ferida aberta
Enquanto lágrimas cortam a terra do verme
Os fiéis de Deus expostos à luxúria
Meu sopro abre caminho na poeira