Exibições da letra 1

Eu vivo pelo Rio Grande
Tirando balda de potro
Sou parceiro dos cavalos
Desço dum e monto noutro
O potro arrepia o pelo
Eu já me salto pra cima
Sou doido por estas lidas
Que nem namoro de prima

Uma tropilha de potros
Para mim vale um tesouro
Nunca larguei aporreado
Eu sou ginete de ouro

Nunca refuguei arpoado
Nem potro de lombo liso
Mas o mango e as esporas
Só uso se for preciso
Eu me enforquilho no taura
E deixo que dê pinotes
Já na primeira coxilha
Ele sai comigo à trote

Vivo por aí domando
Pois domar é minha sina
É difícil ir pra o chão
Depois que agarro na crina
Cada um potro domado
Vale mais que uma medalha
Minha veste de ginete
Lavarei como mortalha

Composição: Salvador Lamberty, Valdetar Biasi. Essa informação está errada? Nos avise.

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