
O Selo Do Infinito Amor
Valdiner Pereira
Senhor, meu Deus, me prostro aqui
Lembrando a cruz que Tu sofreste
O peso que era todo Teu
Em leve paz Tu me fizeste
Por cada cravo em Tuas mãos
E pelo sangue ali vertido
A minha alma em gratidão
Louve ao Teu nome, ó Redimido
Diante das lutas deste mundo
Tua mansidão me faz lembrar
Que o Teu Reino é mais profundo
E o meu destino é o Teu lar
Se o mal vier me afrontar
Olho pro mestre e Sua glória
Pois Tua vida veio dar
A minha eterna e plena vitória
Pela coroa de espinhos, herdei a vida
Pelo Calvário, a minh'alma foi remida
Às três da tarde, o brado se ouviu
A morte foi vencida, o céu se abriu
Não foi o fim, mas o começo da história
Pois no Teu sopro, selaste a minha vitória
Pelas Tuas chagas, hoje eu fui curado
Pela Tua morte, fui vivificado
Recebe o incenso da minha oração
O sacrifício do meu coração
Pela coroa de espinhos, herdei a vida
Pelo Calvário, a minh'alma foi remida
Às três da tarde, o brado se ouviu
A morte foi vencida, o céu se abriu
Não foi o fim, mas o começo da história
Pois no Teu sopro, selaste a minha vitória
Que a marca da cruz, gravada em mim
Seja o selo de um amor sem fim
Não é um peso, é libertação
É o Teu amor no meu coração
Por mim e por ti
Pra sempre



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