Tod der Lichter
Wolkenberge ziehn heran
kleiden den Himmel in frühe Nacht
verschwimmen in dunkler grauer Pracht
und der Himmelsbruch begann.
Blitze zucken leuchtend grell
zerreißen frühen finst'ren Tag
Dort! Horch doch, es pocht des Donners Schlag...
Funken sprühen gleißend hell.
Tosend bricht die Flut herein
Der Spannung Puls in jedem Knochen
Spürst du das Beben und das Pochen?
im rissigen Lichterschein...
Kannst du den Himmel zürnen hören?
Zerreißt auch dich der Blitze Licht?
Atme den Donner! Tanze den Schrei!
Im Tod der lichter...Stille bleibt...
Morte das Luzes
Nuvens pesadas vêm chegando
vestindo o céu de uma noite precoce
se dissolvendo em uma esplendor cinza e escuro
e a ruptura do céu começou.
Relâmpagos brilham, ofuscantes e intensos
rasgam o dia escuro e matutino
Lá! Escuta, é o golpe do trovão...
faíscas brilham, ofuscantes e claras.
A maré avassaladora irrompe
O pulso da tensão em cada osso
Sente o tremor e o batimento?
na luz quebrada e cintilante...
Consegue ouvir o céu enfurecido?
O brilho dos relâmpagos também te despedaça?
Respira o trovão! Dança o grito!
Na morte das luzes... A calma permanece...