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O Espelho

Valentín Elizalde

El Espejo

Rodeada de amigas te encontrabas
La tarde ke frente a ti pasaba
Con tristeza oi ke te decian
Ke baja va callendo tu mirada

Yo se ke mi cariño has despreciado
1000 hombres te ofrecen su riqueza
Yo solo un corazon casi potrero
Porque yo estoy hundido en la pobreza

Las nubes por el cielo van llorando
Las aves van cantando mi tristeza
Solo tu de mi ya ni te acuerdas
Porque yo estoy hundido en mi pobreza

Ya casi no recuerdo kien me dijo
Cuidado no vallas a humillarte
Tal vez fueron palabras de mi madre
Palabras de un cariño que no podria engañarme

Collares de perlas te agrandaron
Dinero y amor segun parece
Yo espero que el espejo te defraude
Al fin que la pobreza no envejece

Las nubes por el cielo van llorando
Las aves van cantando mi tristeza
Solo tu de mi ya ni te acuerdas
Porque yo estoy hundido en la pobreza

Solo tu de mi ya ni te acuerdas
Porque yo estoy hundido en la pobreza

O Espelho

Rodeada de amigas, você estava
A tarde passava na sua frente
Com tristeza, ouvi que te diziam
Que sua mirada já tá caindo

Eu sei que meu carinho você desprezou
Mil homens te oferecem sua riqueza
Eu só tenho um coração quase em ruínas
Porque eu tô afundado na pobreza

As nuvens pelo céu vão chorando
As aves vão cantando minha tristeza
Só você de mim já nem se lembra
Porque eu tô afundado na minha pobreza

Já quase não lembro quem me disse
Cuidado pra não se humilhar
Talvez foram palavras da minha mãe
Palavras de um carinho que não poderia me enganar

Colares de pérolas te valorizaram
Dinheiro e amor, pelo visto, parece
Eu espero que o espelho te decepcione
No fim, a pobreza não envelhece

As nuvens pelo céu vão chorando
As aves vão cantando minha tristeza
Só você de mim já nem se lembra
Porque eu tô afundado na pobreza

Só você de mim já nem se lembra
Porque eu tô afundado na pobreza

Composição: Paulino Vargas