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el cuerpo depués de todo

Valeria Castro

Letra

O corpo depois de tudo

el cuerpo depués de todo

A crueza de uma realidade próxima do selvagemLa crudeza de una realidad cercana a lo salvaje
Estar alerta, consciente e esperando que algo aconteçaEstar alerta, consciente y esperando a que algo pase
Como fica o corpo depois de tudoCómo queda el cuerpo después de todo
E mais sabendo que nunca foi sonoroY más sabiendo que nunca fue sonoro
Um pensamento que não cabe na linguagemUn pensamiento que no cabe en el lenguaje
A herança que as ondas não levaramLa herencia que no se ha llevado el oleaje

Como fica o corpo depois de tudoCómo queda el cuerpo después de todo
Que treme, quer se fortalecerQue tiembla, quiere hacerse fuerte
E ainda não sabe comoY aun no sabe cómo

Coração migranteCorazón migrante
Que busca no carinho dos outros uma forma de se salvarQue busca en el cariño ajeno forma de salvarse
Mas não é covardePero no cobarde
Tenta que o peso o sustenteIntenta que el peso algo lo aguante

Punhal no espelhoPuñal en el espejo
Punhado de complexosPuñado de complejos
Que não há quem alivieQue no hay quien aligere

E tomara que a pele nua seja olhada com ternuraY ojalá la piel desnuda la miren con ternura
Quando uma não consegueCuando una no puede

Sentir presente, humana e coletivaSentir presente, humana y colectiva
A história generalizada femininaLa historia generalizada femenina

Como fica o corpo depois de tudoCómo queda el cuerpo después de todo
Que sente e padece de outra formaQue siente y padece de otro modo

Coração migranteCorazón migrante
Que busca no carinho dos outros uma forma de se salvarQue busca en el cariño ajeno forma de salvarse
Mas não é covardePero no cobarde
Tenta que o peso o sustenteIntenta que el peso algo lo aguante

Punhal no espelhoPuñal en el espejo
Punhado de complexosPuñado de complejos
Que não há quem alivieQue no hay quien aligere

E tomara que a pele nua seja olhada com ternuraY ojalá la piel desnuda la miren con ternura
Quando uma não consegueCuando una no puede

Punhal no espelhoPuñal en el espejo
Punhado de complexosPuñado de complejos
Que não há quem alivieQue no hay quien aligere

E tomara que a pele nua seja olhada com ternuraY ojalá la piel desnuda la miren con ternura
Quando uma não consegueCuando una no puede
Quando uma não consegueCuando una no puede
Quando uma não consegueCuando una no puede


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