On Stillborn Wings
Isolation, black eyeless walls, claustrophobic panic
Walk with me through the autumn roads, through the fog and desolation
Quench your aching heart, thirsting for unavailable aid
Opening forbidden locks, descending right into the blooming garden of death
Shadows taking form of anguish, the face of hate unchained
An architechture of superior rage, burning in almost godlike flames
Behold as death entagles all as a knife in the neck of creation itself
The emptiness, the burning lust for destruction scorching within the flesh
A hunger not yet satisfied, majestic gallows for the future
Majestic gallows for the future
Majestic gallows for the future
Tendons between the teeth soon grinded into pieces, the gushing blood is deafening
Dismember locks from every door, sealed shut by every instinct
A carnal joy of uncreation, an urge beyond resistance
The pound of bones smashed to dust, blindness by punctured eyes
Punished to wander without end, on roads cloaked in black
Unveiling the secrets of perdition, shackled in their dark until death
Shackled in their dark until death... Until death
Nas asas de natimorta
Isolamento, paredes pretas sem olhos, pânico claustrofóbico
Caminhe comigo pelas estradas de outono, pelo nevoeiro e desolação
Sacie seu coração dolorido, com sede de ajuda indisponível
Abrindo fechaduras proibidas, descendo direto para o jardim florido da morte
Sombras tomando forma de angústia, a face do ódio desencadeada
Uma arquitetura de raiva superior, ardendo em chamas quase divinas
Eis como a morte envolve tudo como uma faca no pescoço da própria criação
O vazio, a luxúria ardente pela destruição queimando dentro da carne
Uma fome ainda não satisfeita, majestosa forca para o futuro
Forca majestosa para o futuro
Forca majestosa para o futuro
Tendões entre os dentes logo se desfazem em pedaços, o sangue jorrando é ensurdecedor
Desmembrar as fechaduras de todas as portas, seladas por todos os instintos
Uma alegria carnal de incriação, um desejo além da resistência
A libra de ossos esmagados em pó, cegueira por olhos perfurados
Punido para vagar sem fim, em estradas encobertas de preto
Desvendando os segredos da perdição, algemados no escuro até a morte
Algemado no escuro até a morte ... Até a morte