
Canto Aos Homens de Agora
Vanderlei Pinto de Oliveira
Se o verso que escrevo tivesse diploma
E pudesse pedir aos homens de agora
Renovar esperanças que o tempo nos toma
De pealar injustiças e mandá-las embora
Se o verso que escrevo semeasse na terra
Sementes de paz nas searas do mundo
Os motivos daqueles que fazem a guerra
Cairiam pra sempre em sono profundo
Refazer a partilha do abraço e do pão
Para saciar as almas e bocas vazias
Unir classes e raças em um só coração
Qual o Sol e a Lua repartem os dias
E o verde da vida que aos poucos se some
Em rios poluídos que são feridas abertas
O poder e o dinheiro não matam a fome
Sem plantar alimentos a terra é deserta
Que se escute o pedido que vem deste povo
Que hoje está às margens da sociedade
Abriremos caminhos pra um tempo novo
Pra que o nosso futuro seja de liberdade



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