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Letra

    Pras manhãs frias de geada
    E pras lidas de mangueira
    Eu uso a bota campeira
    Com cano de um palmo e meio
    De andar pelos rodeios
    Traz marcas de suor e poeira

    Pra enfrentar calor e frio
    Uso a bombacha de riscado
    Pra montar um aporreado
    E abrir a perna, se for preciso
    De pregas ou pano liso
    Este é um símbolo sagrado

    Um presente do meu pai
    Que guardo como tesouro
    É a guaiaca de couro
    Que guarda a faca prateada
    O relógio pras carreiradas
    E algumas moedas de ouro

    Minha camisa é de seda
    De colarinho engomado
    E o punho bem apertado
    Pros bochinchos de campanha
    Onde o chinaredo se assanha
    Dançando um xote largado

    Carrego por sobre os ombros
    O peso da tradição
    É o lenço que faz a união
    De dois gaúchos de fato
    Chimangos e maragatos
    Que pelearam neste chão

    Embaixo deste sombrero
    Eu fiz a minha morada
    Frente aberta e aba tapeada
    Pros mormaços de janeiro
    E pra os dias de aguaceiro
    Empurrando a tropa na estrada

    Composição: Letra: Vanderlei Pinto de Oliveira / Música: Andriego Garcia Von Laer. Essa informação está errada? Nos avise.

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