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Esperança

Vanessa da Mata

Uh, na-na-na
Uh, na-na-na
Uh, na-na-na
Uh, na-na-na

Quantas vezes tive a impressão
Que o mundo não me queria
Quantas vezes, tantos nãos
Eu não sabia do amor uh, uh, uh
Os traumas fecham a percepção

Quantas vezes me feri
Sendo tão severa
Sem clemência me agredi
Mas de repente, é sempre um susto uh, uh, uh
Eu não sabia que era capaz

Ele trouxe tanta esperança
Como uma criança em um velho lar
Ele me salvou da dor, com a luz
Que um amor bandido quis me roubar

Quantas vezes me feri
Sendo tão severa
Sem clemência me agredi
Mas não sabia do amor uh, uh, uh
Não entendia que era capaz

Ele trouxe tanta esperança
Como uma criança em um velho lar
Ele me salvou da dor com a luz
Que um amor bandido quis me roubar

Uh, na-na-na
Uh, na-na-na
Uh, na-na-na
Uh, na-na-na

Ele trouxe tanta esperança
Como uma criança em um velho lar
Ele me salvou da dor com a luz
Que um amor bandido quis me roubar

Ele trouxe tanta esperança
Como uma criança em um velho lar
Ele me salvou da dor com a luz
Que um amor bandido quis me roubar

Sair do padrão
Que mesmo ruim
Tento escravizar o costume
Eu desarmo, eu transformo
Eu insisto, eu me liberto
Na luz, ou na chuva de um dia bonito
Amar no que me entrego para amar
Que me proponho para mim
Nas nonas vidas
No ressurgir das cinzas
No mais sagrado amor em contento
Nas mais grandiosas ínfimas criaturas
Na risada gostosa de Flavinha
No amor em sua expansão ao todo
Mais do que em alguém em particular
No amor e amar tudo de novo
No mais que ser, além do observar

Composição: Vanessa da Mata. Essa informação está errada? Nos avise.

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