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As Correntes

Vanton

Las Cadenas

Ayer en la placita hoy forme el estudió
Con un frío que te cagas pleno mes de junio
Convencido que curaba inhale de ese humo
El ego me mataba junto a ese puro

Gaste moneda que tenía no pensé en futuro
Ahora pienso y saco cuentas de lo que se obtuvo
Agradecido miro al cielo se hizo lo que pudo
Viendo al piso y en silencio en la garganta un nudo

Estoy satisfecho pero busco más
Obvio siempre estando en paz, de la tierra su faz
No quiero terminar tomando el alplax
No es que esté mal
Pero me sé controlar

Tal y como ayer no pude
Lo que no tiene atención se pudre
Lo que no tiene ambición se pudre
Lo que no conectas se pudre

Tan hambriento yo, probé de ese néctar
Plasme mi odio en letras, mi amor en prosas
Mi vida en una puta instrumental labiosa, me ahogué con tetra
Lloré en la siesta
Mi vida en grietas

Aborrecido y destruyendo todo lo que era
Todo encajaba iba puesto pa romper cadenas
Inconscientemente esa era la manera
Algún día serviría tanta angustia y pena

Le dije a mi familia: Yo me sé cuidar
Anduve en cuartos que ni yo sé dónde están
Si me preguntas lo que vi
Que sentí
Me daré
El derecho a callar

El silencio otorga, La mirada confirma
Tan real como ver feliz a tu niña
Le pido al universo que me libre de la envidia
Me de fuerza interna, guíe mi vida

Yo estaré pensando en barras
Viviendo dramas
Siempre a la espera
Fluyendo en aguas

Yo estaré en mi cama
Mirando a nada
La piel paspada
Y como siempre
Pensando en todo

Escéptico, no dudo de mi, dudo de lo demás, lógico
Bastante bueno y sobre todo antipático
Cargo dentro tanto mal creo que es crónico

Es peligroso asomarse al interior de esto

Al interior de esto

Es peligroso asomarse al interior de esto

Al interior de esto

As Correntes

Ontem na pracinha eu formei o estudo
Com um frio de lascar, pleno mês de junho
Convencido que curava, inalei aquele fumaça
O ego me matava junto com aquele cigarro

Gastei a grana que tinha, não pensei no futuro
Agora penso e faço contas do que se obteve
Agradecido olho pro céu, fiz o que pude
Olhando pro chão e em silêncio, um nó na garganta

Estou satisfeito, mas busco mais
Óbvio, sempre em paz, da terra sua face
Não quero acabar tomando o alplax
Não é que esteja mal
Mas sei me controlar

Tal como ontem não consegui
O que não tem atenção apodrece
O que não tem ambição apodrece
O que não conecta apodrece

Tão faminto eu, provei daquele néctar
Coloquei meu ódio em letras, meu amor em prosas
Minha vida em uma puta instrumental labiosa, me afoguei com tetra
Chorei na sesta
Minha vida em fendas

Aborrecido e destruindo tudo que era
Tudo se encaixava, eu estava pronto pra quebrar correntes
Inconscientemente, essa era a maneira
Algum dia serviria tanta angústia e pena

Disse pra minha família: Eu sei me cuidar
Andei em quartos que nem sei onde estão
Se me pergunta o que vi
O que senti
Me darei
O direito de calar

O silêncio é ouro, o olhar confirma
Tão real quanto ver sua menina feliz
Peço ao universo que me livre da inveja
Me dê força interna, guie minha vida

Eu estarei pensando em rimas
Vivendo dramas
Sempre à espera
Fluindo em águas

Eu estarei na minha cama
Olhando pra nada
A pele esticada
E como sempre
Pensando em tudo

Cético, não duvido de mim, duvido dos outros, lógico
Bastante bom e, acima de tudo, antipático
Carrego dentro tanto mal, acho que é crônico

É perigoso se aproximar do interior disso

Do interior disso

É perigoso se aproximar do interior disso

Do interior disso

Composição: Vanton (Iván Sosa)