Ondskabt
Flaaet fra skaebnen min
Fjernet i doedsoejeblikket
Et nyfoedt barn jeg var blot
Da de mig i mosen fandt
Nattens yngel bar spaed
Svoebt i menneskehud
Gennem sti og krat
Til runesten, til blot
Kvad synges til min sjael
Varnt blod overhaeldes krop
Som slaegt de var
Til fjende de blev, de viste ansigt
Deres pinsler, elendigheden
Sindssyg fra barnsben, forseglet skaebne
Jeg blev ondskabt
Tvunget til vanviddets natlige dans
Drevet af deres hunger til blod
I sind runger kvad:
"Hver nat soeg offer
Vor sult at ende
Intet flaesk
Du er vor munds gaest
Intet mod
Straffen betales med eget blod"
Verset gentog sig i vinden
Vendt tilbage uden min byrde...
Maldição
Fugido do meu destino
Arrancado no momento da morte
Um recém-nascido eu era só
Quando me encontraram na lama
Os filhotes da noite traziam dor
Envoltos em pele humana
Por caminhos e matas
Até a pedra rúnica, até o altar
Cantos são entoados para minha alma
Sangue quente sobre o corpo derramado
Como parentes eles eram
Como inimigos se tornaram, mostraram o rosto
Seus tormentos, a miséria
Louco desde a infância, destino selado
Eu fui amaldiçoado
Forçado à dança noturna da loucura
Impulsionado pela fome deles por sangue
Na mente ecoam os cânticos:
"Toda noite buscamos um sacrifício
Para acabar com nossa fome
Nada de carne
Você é o convidado da nossa boca
Nada de coragem
A punição é paga com seu próprio sangue"
O verso se repetia no vento
Retornando sem meu fardo...