Maamo
Maamoni mailla
Isäin pellon pientarill,
Kasvoin kukkaseksi,
Vartuin vanhemmaks.
Hyv' ol' olla miula,
Olla oksall omenan,
Kukkasen kotona
Linnun lehossa.
"milloin mieli on minulla,
Alahalla allilla,
Silloin mietin maamoin maita,
Taattoin tanterii."
Nyt oon muilla mailla
Koti miula kaukana.
Vieraat on veräjät,
Ouot olot tääl.
Nämä ouot ovet,
Vierahat veräjät,
Tiet tuntemattomat,
Murheen mieleen tuo.
"milloin mieli on minulla..."
Voi mie poloinen piika,
Kuin olenkin onneton,
Miss' ois' hyvä miula,
Olla omenan.
On miun poloisen piian,
Mieli maille maamoni,
Pian palamahan,
Taattoin tanterill'.
"milloin mieli on minulla..."
Mãe Terra
Mãe, eu cresci
Na beira do campo do meu pai,
Floresci como uma flor,
Fui crescendo, me tornando mais velha.
Era bom estar aqui,
Ser um fruto na árvore,
Em casa da flor
No ninho do passarinho.
"Quando a mente me chama,
Lá embaixo, nas profundezas,
Então eu penso nas terras da minha mãe,
Nos caminhos do meu pai."
Agora estou em outras terras
Com meu lar tão distante.
Estranhas são as cercas,
Situações estranhas aqui.
Essas portas estranhas,
Cercas desconhecidas,
Caminhos desconhecidos,
Trazem tristeza à minha mente.
"Quando a mente me chama..."
Oh, eu, pobre donzela,
Como sou infeliz,
Onde seria bom para mim,
Ser um fruto na árvore.
Na mente da pobre donzela,
Estão as terras da minha mãe,
Logo voltarei,
Para os caminhos do meu pai.
"Quando a mente me chama..."