Anhedonia Society
Hidden in the restless dream I fight with terror
Dried heart dies ina atorment of fast beasts
I sew my faded pupils up with thick threads of subconscious
For I sense that my enemy prepares the cruelest of blades
My hollow look, so tired of suffring
Begs for a ray of sun into the blackness of tear-shaped box
But hysterical prayers raised to the old God
Are just a frightful groan in the valley of shadows
Every motion, every thought deals a dull pain to my senses
Tiredness keeps me in the mental trance
Irritated with trifle I lost desire for singing
Singing, which used to take you to the land of dreams
I balance on the verge of ma imaginated world
World of possessiveness, world of pain, world of loneliness
I wish to scream, but my voice gets stuk in moans
I am nobody, a dust of nothingness drifting in void
I am the sinner the cause of failures
I am the burden the waste of humankind
I am the cripple my own parasite
I will be the messiah
The liberator of souls
Beware of me, the army of common martyrs
Waiting for the ritual nailing to cross
Under the mask of disease you recognize my dear face
You reach your small trusting hand out to the memories
So vivid now, here, embraced by soothing feelings
But this tenderness is the arms of sick mercy
Beware of me, the army of common desperados
For on the bayonets of love you will find only death
Sociedade Anedonia
Escondido no sonho inquieto eu luto com terror
Coração seco morre em um ator de feras rápidas
Costuro minhas pupilas desbotadas com fios grossos de subconsciente
Pois sinto que meu inimigo prepara a mais cruel das lâminas
Meu olhar oco, tão cansado de sufocar
Implora por um raio de sol na escuridão da caixa em forma de lágrima
Mas orações histéricas levantadas ao velho Deus
São apenas um gemido assustador no vale das sombras
Cada movimento, todo pensamento causa uma dor maçante aos meus sentidos
O cansaço me mantém no transe mental
Irritado com pouco eu perdi o desejo de cantar
Cantando, que costumava te levar para a terra dos sonhos
Eu equilibro à beira de um mundo imaginado
Mundo da possessividade, mundo da dor, mundo da solidão
Eu gostaria de gritar, mas minha voz fica stuk em gemidos
Eu não sou ninguém, um pó do nada flutuando no vazio
Eu sou o pecador a causa das falhas
Eu sou o fardo do desperdício da humanidade
Eu sou o aleijado meu próprio parasita
Eu serei o messias
O libertador das almas
Cuidado comigo, o exército dos mártires comuns
Esperando o ritual pregando a cruz
Sob a máscara da doença, você reconhece meu querido rosto
Você alcança sua pequena mão confiante para as memórias
Tão vívido agora, aqui, abraçado por sentimentos calmantes
Mas essa ternura é os braços da misericórdia doentia
Cuidado comigo, o exército de desesperados comuns
Pois nas baionetas do amor você encontrará apenas a morte