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Monólogo com a poeira

Vedonist

Monologue With The Dust

Greyness of dreams brings eternal longing
For the colour of hypocrisy
You have been pushed into the arms of lies
By terror of your being
Vain hopes, which are fed with your weakness
Your fathers‘ sins hog-tied minds of this world

Mourn for ignorance and console yourself with faith
The shield, which protects you against real life
Take a look through the tears at blackness of your heart
And pray forgiveness
Because in presence of the humankind’s crimes
It is a blasphemy to suspect me of existence

You are dependent on finding solace in your extensive treasure
The one produced by hundreds of dreams
And conscious mockeries
Redness of damnation guards your desires
But it is just one of the thousand lies

You renounce yourself to experience redemption
The new vestment of nonsense, which is hard to believe in
Faith is yet a sad becessity
The attempt of burying your eternal loneliness
In ashes of your pangs of conscience

Time of revelation is the time of death
End of illusion is our sentence
You are of the dust
And you’ll turn to dust again
I’ll follow you

Monólogo com a poeira

Cinza dos sonhos traz saudade eterna
Para a cor da hipocrisia
Você foi empurrado para os braços das mentiras
Pelo terror do seu ser
Esperanças vãs, que são alimentadas com sua fraqueza
Os pecados de seus pais, mentes atoladas neste mundo

Chore pela ignorância e consola-se com fé
O escudo, que te protege contra a vida real
Dê uma olhada através das lágrimas na escuridão do seu coração
E rezar perdão
Porque na presença dos crimes da humanidade
É uma blasfêmia suspeitar de minha existência

Você é dependente de encontrar consolo em seu extenso tesouro
Aquele produzido por centenas de sonhos
E zombarias conscientes
A vermelhidão da condenação protege seus desejos
Mas é apenas uma das mil mentiras

Você renuncia a si mesmo para experimentar a redenção
A nova vestimenta do absurdo, que é difícil de acreditar
Fé é ainda uma triste recessão
A tentativa de enterrar sua eterna solidão
Em cinzas de suas dores de consciência

Tempo de revelação é a hora da morte
Fim da ilusão é a nossa sentença
Você é do pó
E você vai virar poeira novamente
Eu irei te seguir