By Your Bedside
The hands move painfully forward
Time's progression reminds you of the limit of yours
Every second another step
Towards the answers to questions no one wants to ask
Kept alive by machines...
Your life has been gone from the moment you knew
Living half dead asleep
This fragile shell finally overcome by life
The kids only know you're not well
The last visit they kissed you and said goodbye
They won't forget, and soon wonder
Where it was you went, how can they see you again?
Kept alive by machines...
Your life has been gone from the moment you knew
Living half dead asleep
This fragile shell finally overcome by life
By your bedside, you'll soon die
The machines won't save you, just look at your flesh
Swollen, discolored, putrid
You'll soon be dead
The hands move painfully forward
Time's progression reminds you of the limit of yours
Every second another step
Towards the answers to questions no one wants to ask
As seconds melt into death
We are relieved to not see pain on your face
The hands have moved into the dark
All lines are flat, and you have moved onward
Kept alive by machines...
Your life has been gone from the moment you knew
Living half dead asleep
This fragile shell finally overcome by life
Ao Seu Lado
As mãos se movem com dor
A passagem do tempo te lembra do seu limite
A cada segundo, mais um passo
Em direção às respostas de perguntas que ninguém quer fazer
Mantido vivo por máquinas...
Sua vida se foi desde o momento que você soube
Vivendo meio morto, dormindo
Essa casca frágil finalmente superada pela vida
As crianças só sabem que você não está bem
Na última visita, eles te beijaram e se despediram
Eles não vão esquecer, e logo vão se perguntar
Para onde você foi, como podem te ver de novo?
Mantido vivo por máquinas...
Sua vida se foi desde o momento que você soube
Vivendo meio morto, dormindo
Essa casca frágil finalmente superada pela vida
Ao seu lado, você logo vai morrer
As máquinas não vão te salvar, só olhe sua carne
Inchada, descolorida, podre
Você logo estará morto
As mãos se movem com dor
A passagem do tempo te lembra do seu limite
A cada segundo, mais um passo
Em direção às respostas de perguntas que ninguém quer fazer
Enquanto os segundos derretem na morte
Ficamos aliviados por não ver dor no seu rosto
As mãos se moveram para a escuridão
Todas as linhas estão planas, e você seguiu em frente
Mantido vivo por máquinas...
Sua vida se foi desde o momento que você soube
Vivendo meio morto, dormindo
Essa casca frágil finalmente superada pela vida