Echoless Chamber
Empty are words that are regurgitated
From type sanctified
Tainted is air when you breathe what is spit in your face
The virus survives
Echoless chamber of your mind
Unknown to the boundaries that are defined
Enter the echoless chamber
Deep inside the core
Enter the echoless chamber
Where the source is pure
Descending through the black…
Type analyzed without a fleeting notion
Of what lies inside
Stamped to be chained and bound by thoughts
That man has contrived
Enter the echoless chamber
Deep inside the core
Enter the echoless chamber
Where the source is pure
Preconceptions, escape
Foul taste, spit up, too late
Disconnected madness
Persecuted genius
All your thoughts and actions
Based of other's reactions
Echoless chamber of your mind
Unknown to the boundaries that are defined
Descending through the black…
I awoke to the splashing of footsteps
Deep underground
Before my eyes, dark stalagmites formed
From the dripping sound
Looking down into the dark we realize
We are our own makers
Turn and be blinded by
Your shadow's creator
Shadows steal the color from the world around
Echoes trace the silken web which we are bound
Many times i have sought the sculptor
The architect of thought
Always ending at the beginning
Grasping through the dark
Shadows steal the color from the world around
Echoes trace the silken web which we are bound
Realizing i had been chasing reflections
My skin began to glow
Truth resides in this new realm of light
I cast no shadow of my own
Looking down into the dark we realize
We are our own makers
Turn and be blinded by
Your shadow's creator
Shadows steal the color from the world around
Echoes trace the silken web which we are bound
Shadows steal the color from the world around
Echoes trace the silken web which we are bound
Within the shifting chamber
Câmara Sem Eco
Palavras vazias que são regurgitadas
De um tipo santificado
O ar é contaminado quando você respira o que é cuspido na sua cara
O vírus sobrevive
Câmara sem eco da sua mente
Desconhecida às fronteiras que são definidas
Entre na câmara sem eco
Profundamente no núcleo
Entre na câmara sem eco
Onde a fonte é pura
Descendo pelo escuro...
Tipo analisado sem uma noção passageira
Do que está dentro
Marcado para ser acorrentado e preso por pensamentos
Que o homem concebeu
Entre na câmara sem eco
Profundamente no núcleo
Entre na câmara sem eco
Onde a fonte é pura
Preconceitos, escape
Sabor ruim, cuspa, tarde demais
Loucura desconectada
Gênio perseguido
Todos os seus pensamentos e ações
Baseados nas reações dos outros
Câmara sem eco da sua mente
Desconhecida às fronteiras que são definidas
Descendo pelo escuro...
Acordei com o splash de passos
Profundamente subterrâneo
Diante dos meus olhos, estalagmites escuras se formaram
Do som que pinga
Olhando para baixo no escuro, percebemos
Que somos nossos próprios criadores
Vire-se e seja ofuscado por
Seu criador de sombras
Sombras roubam a cor do mundo ao redor
Ecos traçam a teia de seda à qual estamos presos
Muitas vezes procurei o escultor
O arquiteto do pensamento
Sempre terminando no começo
Agarando-se pelo escuro
Sombras roubam a cor do mundo ao redor
Ecos traçam a teia de seda à qual estamos presos
Percebendo que eu estava perseguindo reflexos
Minha pele começou a brilhar
A verdade reside neste novo reino de luz
Eu não projetei sombra alguma
Olhando para baixo no escuro, percebemos
Que somos nossos próprios criadores
Vire-se e seja ofuscado por
Seu criador de sombras
Sombras roubam a cor do mundo ao redor
Ecos traçam a teia de seda à qual estamos presos
Sombras roubam a cor do mundo ao redor
Ecos traçam a teia de seda à qual estamos presos
Dentro da câmara em mudança