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Procissão

Velho do Rio

Letra

    Ao relento, sinto que sobrevivi
    Na aridez de um seco coração
    Sangrando a nostalgia, sinto que sobrevivi
    Em preces em vias de oração
    Aos deuses do luar
    Que me fazem cantar
    Aos deuses do sertão
    A tempo, sempre ali
    Contemplo a solidão
    De um abraço sigo a procissão

    Eu entrego a Deus
    Eu entrego a Deus
    E ao mar de Xaraés

    Ao pântano, sinto que sobrevivi
    Do antigo templo à saudação
    Idílio operante e sempre ali
    A poesia do mato não para não
    Marcando o boi a ferro
    Aparto a solidão
    Entoando os cânticos em procissão

    Eu entrego a Deus
    Eu entrego a Deus
    E ao mar de Xaraés

    Composição: Juliano Mauro / Thiago Rezende. Essa informação está errada? Nos avise.

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