The Hopeless
a force fed lie, our dead dream
awake upon a staircase
start looking downward into hell
where the last life screamed and we screeched
we're always, always a bloody mess, a bloody mess
lying hole, tired eyes
you're screeching, your scraping
the bone with your life
into a dream, we will fade
hopeless, the hopeless, the hopeless
the hopeless, the hopeless, the hopeless, the hopeless
their calling of the dead, calling of the dead
you liars, and your face
and your eyes separate the fear
the lies, the fate
set into eyes, the calling of the dead
image in the light, they're calling you dead
they won't believe signs, they don't believe your cries
they all ways open eyes, and the light all over your head
your head
time distortion, crawling on to your knees
crawl onto the floor, get off your feet
a lie in the wake, spiraling down
glass feeling moments all over your arms
over your arms
condemned, force fed
force fed your calling dead
feeling your flesh ripped apart
with heaven and hell
the conflict of everything
that was sent from heaven and hell
the conflict of disease
the life long breeding season
for your lips you'll take away
the life that was given so easily
now all becomes the entity of hate
shows you hate, shows you light
shows you everything
everything
the fading light, a broken dream
you're everything, your everything
kneel to the floor, get off your knees
raise up to the light, you won't feel a thing
inject the needle, inject the time
kill all the light, with forces of the night
alays a lost day
always a hopeless brain
always everything
always force fed
into your head, into your head
into your life, where you dream
that's where you go, that's how it lives
that how you know pain
know choice, know life
no choice, no freedom
just separation, segregation
the annihilation
annihilation
annihilation, annihilation
Os Sem Esperança
uma mentira imposta, nosso sonho morto
acordado numa escada
comece a olhar pra baixo, pro inferno
onde a última vida gritou e nós gritamos
sempre, sempre uma bagunça sangrenta, uma bagunça sangrenta
buraco mentiroso, olhos cansados
você grita, você arranha
o osso com sua vida
num sonho, nós vamos desaparecer
sem esperança, os sem esperança, os sem esperança
os sem esperança, os sem esperança, os sem esperança, os sem esperança
o chamado dos mortos, o chamado dos mortos
vocês mentirosos, e seu rosto
e seus olhos separam o medo
as mentiras, o destino
fixado nos olhos, o chamado dos mortos
imagem na luz, eles te chamam de morto
eles não vão acreditar nos sinais, não acreditam nos seus gritos
todos sempre com os olhos abertos, e a luz sobre sua cabeça
a sua cabeça
distorção do tempo, rastejando de joelhos
rasteje pelo chão, levante os pés
uma mentira na vigília, espiralando pra baixo
momentos de vidro por todo seu corpo
por todo seu corpo
condenado, imposto
imposto seu chamado de morto
sentindo sua carne sendo rasgada
com céu e inferno
o conflito de tudo
que foi enviado do céu e do inferno
o conflito da doença
a estação de reprodução que dura a vida toda
pelos seus lábios você vai levar
a vida que foi dada tão facilmente
agora tudo se torna a entidade do ódio
te mostra ódio, te mostra luz
te mostra tudo
tudo
a luz que se apaga, um sonho quebrado
você é tudo, seu tudo
ajoelhe-se no chão, levante-se dos joelhos
ergue-se para a luz, você não vai sentir nada
injeção da agulha, injeção do tempo
mate toda a luz, com as forças da noite
sempre um dia perdido
sempre um cérebro sem esperança
sempre tudo
sempre imposto
na sua cabeça, na sua cabeça
na sua vida, onde você sonha
é pra lá que você vai, é assim que vive
é assim que você conhece a dor
conheça a escolha, conheça a vida
sem escolha, sem liberdade
apenas separação, segregação
a aniquilação
aniquilação
aniquilação, aniquilação