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Nunca Mais

Venom

Nevermore

Midnight dreary, bleak December
Saintly days of yore
Suddenly a rapping, tapping
At my chamber door
Open wide entering darkness
Mystery explore
Only stillness silent terror
Whispered word Lenore

Nevermore
Nevermore
For the lost lenore

Then a rapping gentle tapping
Stately bird of yore
Prophet still or bird or devil
Tell me I implore
Respite, respite nepenthe
Lamplight gloating o'er
Never flitting, still is sitting
Night's plutonian shore

Nevermore
Nevermore
For the lost lenore
Nevermore (nevermore)

Grim ungainly, ghastly gaunt
Tempest's raging shore
On the pallid, bust of pallas
Eyes of blackest core
All the seeming, of a demon
Sorrow laden bore
Unmerciful, ancient raven
Not the lost lenore

Nevermore
Nevermore
For the lost lenore
Nevermore, nevermore, nevermore, nevermore
Nevermore, nevermore, nevermore

Nunca Mais

Meia-noite sombria, dezembro triste
Dias santos de outrora
De repente um batido, um toque
Na porta do meu quarto
Abrindo bem, entrando a escuridão
Mistério a explorar
Só a quietude, terror silencioso
Sussurro da palavra Lenore

Nunca mais
Nunca mais
Pela perdida Lenore

Então um batido, toque suave
Nobre pássaro de outrora
Profeta, pássaro ou demônio
Diga-me, eu imploro
Descanso, descanso nepente
Luz da lamparina a brilhar
Nunca flutuando, ainda está sentado
Na costa plutoniana da noite

Nunca mais
Nunca mais
Pela perdida Lenore
Nunca mais (nunca mais)

Grim, desajeitado, pálido e magro
Na costa da tempestade
Sobre o pálido busto de Pallas
Olhos de um núcleo negro
Toda a aparência de um demônio
Carregado de tristeza
Implacável, corvo antigo
Não a perdida Lenore

Nunca mais
Nunca mais
Pela perdida Lenore
Nunca mais, nunca mais, nunca mais, nunca mais
Nunca mais, nunca mais, nunca mais