Nie Trudno o Bana³
IGNAC:
Wieczorny zachód, ch³ód i pustka w duchu,
Z nudów znów do nut kilka dok³adam s³ów,
Zwalony padam z nóg, ale siadam do kartek,
Mo¿e nie zasnê, mo¿e to co warte,
Mo¿e tak, jak siedz¹c wczoraj bezsensu do czwartej,
Niech brzask mnie wygoni od tekstu pisz,
Nie stój w miejscu, w sercu gorycz ku szczêœciu goniæ,
Czasem nie wiem, co robiæ mo¿na by popiæ
Skoñczyæ nad ranem, gdzie pod osiedlowym barem,
W g³owê bym dosta³, to nie dla mnie przesrane,
Zapalê muszê paliæ na stanie mam kilka fajek,
Wiêc palê i palê, nie zostawiaj¹c ¿adnej,
Za oknem œwiat³a gasnê, ale nie chcê zasn¹æ,
Chcia³bym zacz¹æ wers, chocia¿ myœli marzn¹,
Wkrótce nowy dzieñ, znowu zgie³k, znów na zewn¹trz szelest,
Zrób ten tekst, no z³ó¿ ten tekst ? pisz.
REF.:
Czasem nie mam weny i nie mogê nic zmieniæ,
To chwile, kiedy wartoœæ myœli ciê¿ko jest doceniæ,
Z³o¿yæ bana³ nie jest trudno, po prostu nagraæ gówno,
Smutno nudno i nudnoϾ tak bywa.
Czasem nie mam weny i nie mogê nic zmieniæ,
To chwile, kiedy wartoœæ myœli ciê¿ko jest doceniæ,
Z³o¿yæ bana³ nie jest trudno, po prostu nagraæ gówno,
Smutno nudno i nudnoϾ tak bywa.
BARTAS:
Minuta za minut¹ biegnie w nocnym maratonie,
Gdzie zgubi³em myœli z si³ powoli opuszczone,
Bez szans by unieœæ g³owê, jak zerwana marionetka,
Siedzê nad kartkami, d³ugopis w d³oni ju¿ nie drga,
I nie piszê tych s³ów, które s³yszeæ bym chcia³,
Du¿a kolejna kawa, to kofeinowy strza³,
Masa auto pretensji, ¿e piszê co w presji,
Choæ to pretekst by tekst doszed³ do perfekcji,
Precyzji, fleksji, gramatyki i dykcji,
Poœród równych sobie na pierwszej pozycji,
To poezja ambicji, to ambicja w poezji,
Chcia³bym siê wybiæ bez nadprogramowych lekcji,
Nie mam wyraŸnie weny, ¿adnej impresji w inwencji,
Chcê napisaæ, ale bez polotu, wrota depresji,
Otworzy³y siê ju¿ dawno, w czasie nocnej dywersji,
S³ów na bia³y papier.
REF.:
Czasem nie mam weny i nie mogê nic zmieniæ,
To chwile, kiedy wartoœæ myœli ciê¿ko jest doceniæ,
Z³o¿yæ bana³ nie jest trudno, po prostu nagraæ gówno,
Smutno nudno i nudnoϾ tak bywa.
Czasem nie mam weny i nie mogê nic zmieniæ,
To chwile, kiedy wartoœæ myœli ciê¿ko jest doceniæ,
Z³o¿yæ bana³ nie jest trudno, po prostu nagraæ gówno,
Smutno nudno i nudnoϾ tak bywa.
Czasem nie mam weny i nie mogê nic zmieniæ,
To chwile, kiedy wartoœæ myœli ciê¿ko jest doceniæ,
Z³o¿yæ bana³ nie jest trudno, po prostu nagraæ gówno,
Smutno nudno i nudnoϾ tak bywa.
Czasem nie mam weny i nie mogê nic zmieniæ,
To chwile, kiedy wartoœæ myœli ciê¿ko jest doceniæ,
Z³o¿yæ bana³ nie jest trudno, po prostu nagraæ gówno,
Smutno nudno i nudnoϾ tak bywa.
Não é Difícil Fazer Besteira
IGNAC:
O pôr do sol à noite, frio e vazio na alma,
De tédio, de novo, coloco algumas palavras nas músicas,
Caio de cansaço, mas me sento para escrever,
Talvez eu não durma, talvez isso valha a pena,
Talvez assim, como sentado ontem, sem sentido até às quatro,
Que a luz da manhã me expulse do texto que escrevo,
Não fique parado, no coração a amargura corre atrás da felicidade,
Às vezes não sei o que fazer, poderia beber
E acabar de madrugada, onde embaixo do bar do bairro,
Na cabeça eu ficaria, isso não é pra mim, tá foda,
Preciso acender, tenho algumas cigarras,
Então fumo e fumo, não deixando nenhuma,
Do lado de fora as luzes se apagam, mas não quero dormir,
Queria começar um verso, embora os pensamentos congelem,
Em breve um novo dia, de novo a confusão, de novo o barulho lá fora,
Faz esse texto, vai, escreve esse texto?
REF.:
Às vezes não tenho inspiração e não consigo mudar nada,
São momentos em que é difícil valorizar os pensamentos,
Fazer besteira não é difícil, é só gravar uma merda,
Triste, chato e a chatice é assim mesmo.
Às vezes não tenho inspiração e não consigo mudar nada,
São momentos em que é difícil valorizar os pensamentos,
Fazer besteira não é difícil, é só gravar uma merda,
Triste, chato e a chatice é assim mesmo.
BARTAS:
Minuto após minuto, correndo em um maratona noturna,
Onde perdi os pensamentos, as forças lentamente se esvaindo,
Sem chances de erguer a cabeça, como uma marionete quebrada,
Estou sentado sobre as folhas, a caneta na mão já não treme,
E não escrevo as palavras que gostaria de ouvir,
Mais um café grande, é um tiro de cafeína,
Uma montanha de auto-reclamações, que escrevo sob pressão,
Embora seja um pretexto para o texto chegar à perfeição,
Precisão, flexão, gramática e dicção,
Entre iguais, na primeira posição,
É a poesia da ambição, é a ambição na poesia,
Queria me destacar sem aulas extras,
Não tenho claramente inspiração, nenhuma impressão na invenção,
Quero escrever, mas sem criatividade, as portas da depressão,
Já se abriram há muito, durante a noite de subversão,
Palavras no papel branco.
REF.:
Às vezes não tenho inspiração e não consigo mudar nada,
São momentos em que é difícil valorizar os pensamentos,
Fazer besteira não é difícil, é só gravar uma merda,
Triste, chato e a chatice é assim mesmo.
Às vezes não tenho inspiração e não consigo mudar nada,
São momentos em que é difícil valorizar os pensamentos,
Fazer besteira não é difícil, é só gravar uma merda,
Triste, chato e a chatice é assim mesmo.
Às vezes não tenho inspiração e não consigo mudar nada,
São momentos em que é difícil valorizar os pensamentos,
Fazer besteira não é difícil, é só gravar uma merda,
Triste, chato e a chatice é assim mesmo.
Às vezes não tenho inspiração e não consigo mudar nada,
São momentos em que é difícil valorizar os pensamentos,
Fazer besteira não é difícil, é só gravar uma merda,
Triste, chato e a chatice é assim mesmo.