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Enterramos Sua Paz

Verbo Terrorista

Letra

    Caixão,vela acessa e coroa de flores
    Seu Descaso se transformou num dilúvio de rancores
    E não adianta implorar por piedade na reza
    Enterramos sua Paz á sete palmos na terra 2x


    Ai Deus me perdoa por essa vida loca
    Por esse sentimento que tanto Magoa
    Coraçôes feridos,Rostos Sem risos
    Só sua luz aquecer os frios
    Se Desde o inicio a paz foi enterrada
    Sua ausência se transforma em um rio de lágrimas
    Não vai nascer a paz,no jardim da dor
    Dificil ter a felicidade onde habita o opressor
    Somos uma legião pelo mundo espalhado
    Rimando sem piedade a dor do calvário
    O boy sempre vai ser refém do medo
    ao lembrar de ver a morte dentro do cativeiro
    O jogo acabou e no final tem sangue
    Check mat pro doutor,Game Over pra madame
    Diversão e ficção Você só ver na tela
    Aqui só vejo miséria em cada canto da favela
    Na platéia do terror só vai haver aplausos
    O ator só se destaca se for sanguinário
    Quem que alguém ai nunca sonhou na vida ter tudo,
    carro,mansão com piscina
    E de repente acordar no meio do sonho
    no meio da guerra em meio aos monstro
    Acorda pra vida isso tudo é real
    Bem vindo ao cemitério veja a paz no funeral


    Refrão

    Caixão,vela acessa e coroa de flores
    Seu Descaso se transformou num dilúvio de rancores
    E não adianta implorar por piedade na reza
    Enterramos sua Paz á sete palmos na terra 2x

    Tem sangue na calçada eu me recordo dos tiro
    No desespero da coroa segurando seu filho
    O descer das corda,do caixão lacrado
    O pedaço do coração também é enterrado
    Nos retrato de família o sorriso de esperança
    Hoje no mar de lágrima navega nas lembraça
    Várias câmera na orla e proteger os turista
    Pros verme vim gozar nas praia SANTISTA
    A Gm Monitora o menor com baseado
    Mas não a agressão do PM Arrombado
    A opressão carcerária gerou o crime organizado
    Resultou em cada esquina o coletivo queimado
    Repressão vem de moto na maldade do porco
    O inocente na porta de casa é alvejado e morto
    Aqui é como se fosse o estand de tiro
    A favela é o alvo e o opressor puxa o gatilho
    Na madruga contra luz eu vejo o funeral
    Mais um com a foto no diário oficial
    Mau,Passou mau me traz um copo com água
    A tia desabou vendo o filho na mata
    Toca fogo no pneu, implora por justica
    Pra escutar machado e choque vindo pra cima
    Disposto a estourar o cidadão inocente
    No mundão eu vejo a paz Diariamente


    Refrão


    Caixão,vela acessa e coroa de flores
    Seu Descaso se transformou num dilúvio de rancores
    E não adianta implorar por piedade na reza
    Enterramos sua Paz á sete palmos na terra 3x


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