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Pelo Pomar

Viathyn

Through the Orchard

The puppetry of a weakened mind
Catharsis from my hands
As the worlds collide
It is I who pulls the strings now

Condemning one to forever seek
His golden fruit divine
But the orchard only runs for miles
With rotten apples and gritty smiles

Coveted regret
I sense she lied to me
Prophecy I set
Did she think I'd fail to see?
Guilt within these eyes
A thrilling chance but
Why does he feel nothing?
Why do I feel nothing?

I cast a stone into the lake of fire
Every skip desire to

Clear my mind, embrace a time
When rivers fill my oxen hides with wine
Truth beseeched, I'll never reach
But forever sing this
song of growth down orchard rows
Reanimate the life from which I hide
Evermore, through peace and war
But the lines that mark my face will never fade

They'll never fade
They'll never fade

I walk along the dividing path
Towards the elder tree
To one hand lies the harvest joy
To the other: misery

Climb into my arms
Upwards my neck cranes
Dance among the stars
One apple still remains
Pick it if you dare
A warning from the ancient ones,
The architects of all beneath the skies

One last poison apple to the bushel goes
'Till the cider flows

Clear my mind, embrace a time
When rivers fill my oxen hides with wine
This toxic brew serves to renew
I'll forever sing this
Song of growth down orchard rows
No matter where the path on which I stride
Leads me to, I'll hold it true
But the lines that mark my face will never fade

They'll never fade

Through the orchard of life my feet guide
From the trees grow the fruits of desire
These trials inspire tales of the wandering man
No map in his hands

(Solo: T. Crnkovic)
(Solo: J. Wright)

Pelo Pomar

A marionete de uma mente fraca
Catarsis das minhas mãos
Enquanto os mundos colidem
Sou eu quem puxa as cordas agora

Condenando um a buscar para sempre
Seu fruto dourado divino
Mas o pomar só se estende por milhas
Com maçãs podres e sorrisos ásperos

Arrependimento cobiçado
Sinto que ela mentiu pra mim
Profecia que eu estabeleci
Ela achou que eu não veria?
Culpa dentro desses olhos
Uma chance emocionante, mas
Por que ele não sente nada?
Por que eu não sinto nada?

Eu lanço uma pedra no lago de fogo
Cada salto é um desejo de

Limpar minha mente, abraçar um tempo
Quando rios enchem minhas peles de boi com vinho
A verdade implorada, eu nunca alcançarei
Mas cantarei para sempre essa
canção de crescimento pelos caminhos do pomar
Reanimar a vida da qual me escondo
Para sempre, através da paz e da guerra
Mas as linhas que marcam meu rosto nunca vão desaparecer

Nunca vão desaparecer
Nunca vão desaparecer

Eu caminho pelo caminho que divide
Em direção à árvore velha
De um lado está a alegria da colheita
Do outro: a miséria

Suba nos meus braços
Meu pescoço se estica para cima
Dance entre as estrelas
Uma maçã ainda permanece
Pegue-a se você ousar
Um aviso dos antigos,
Os arquitetos de tudo sob os céus

Uma última maçã envenenada vai para o cesto
Até que o sidra flua

Limpar minha mente, abraçar um tempo
Quando rios enchem minhas peles de boi com vinho
Essa mistura tóxica serve para renovar
Cantarei para sempre essa
Canção de crescimento pelos caminhos do pomar
Não importa onde o caminho que eu sigo
Me leve, eu manterei isso verdadeiro
Mas as linhas que marcam meu rosto nunca vão desaparecer

Nunca vão desaparecer

Pelo pomar da vida meus pés guiam
Das árvores crescem os frutos do desejo
Essas provações inspiram contos do homem errante
Sem mapa em suas mãos

(Solo: T. Crnkovic)
(Solo: J. Wright)

Composição: