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Estado Civil

Vicente Fernández

Estado Civil

Nuestro estado civil es motivo
De que el mundo nos mire y se espante
Los perfectos, por Dios, no conciben
Tanto amor entre dos que ahora viven
Estado civil, amarte

Se podrán secar los mares
Perder la Luna su brillo y las flores
Sus aromas
Pero dejar de adorarnos
Solo por no estar casados
Para que lo sepan todos, eso nunca
Ni de broma

Pero quién les ha mentido
Que el amor exige a fuerza una firma
¡Qué ignorantes!
Para que ya no le busquen
Vamos a seguir viviendo
Estado civil, amándote

Sé de muchos que están bien casados
Y condenan así a los amantes
Pero no se les mira felices
Al contrario, traen mil cicatrices
Porque viven en guerra constante

Se podrán secar los mares
Perder la Luna su brillo y las flores
Sus aromas
Pero dejar de adorarnos
Solo por no estar casados
Para que lo sepan todos, eso nunca
Ni de broma

Pero quién les ha mentido
Que el amor exige a fuerza una firma
¡Qué ignorantes!
Para que ya no le busquen
Vamos a seguir viviendo
Estado civil, amándote

Estado Civil

Nosso estado civil é motivo
De que o mundo nos olhe e se espante
Os perfeitos, por Deus, não concebem
Tanto amor entre dois que agora vivem
Estado civil, te amar

Os mares podem secar
A Lua perder seu brilho e as flores
Seu perfume
Mas deixar de nos adorar
Só por não estarmos casados
Pra que todos saibam, isso nunca
Nem de brincadeira

Mas quem foi que mentiu pra eles
Que o amor exige à força uma assinatura
Que ignorantes!
Pra que não fiquem procurando
Vamos continuar vivendo
Estado civil, te amando

Sei de muitos que estão bem casados
E condenam assim os amantes
Mas não parecem felizes
Pelo contrário, têm mil cicatrizes
Porque vivem em guerra constante

Os mares podem secar
A Lua perder seu brilho e as flores
Seu perfume
Mas deixar de nos adorar
Só por não estarmos casados
Pra que todos saibam, isso nunca
Nem de brincadeira

Mas quem foi que mentiu pra eles
Que o amor exige à força uma assinatura
Que ignorantes!
Pra que não fiquem procurando
Vamos continuar vivendo
Estado civil, te amando

Composição: Márcio Paiva, Valcir Fontoura de Oliveira