Janitzio
Son tus redes de plata
De un encaje tan sutil
Mariposas que duermen
En la noche de zafir
Como brilla la Luna
Sobre el lago de cristal
Así brillan tus ojos
Cuando acaban de llorar
Noche de serenata
De plata y organdí
Quejas para la ingrata
Que por traidor perdí
Plenilunio de gloria
Historia que se va
Ilusión que se pierde
Y que nunca volverá
Si me mata tu ausencia
Si me ahoga la inquietud
Si no tienes clemencia
Para esta esclavitud
Que las aguas se lleven
Mi llanto y mi dolor
Que recoja Janitzio
El perfume de mi amor
Que recoja Janitzio
El perfume de mi amor
Plenilunio de gloria
Historia que se va
Ilusión que se pierde
Y que nunca volverá
Si me mata tu ausencia
Si me ahoga la inquietud
Si no tienes clemencia
Para esta esclavitud
Que las aguas se lleven
Mi llanto y mi dolor
Que recoja Janitzio
El perfume de mi amor
Que recoja Janitzio
El perfume de mi amor
Janitzio
São suas redes de prata
De uma renda tão sutil
Borboletas que dormem
Na noite de safira
Como brilha a Lua
Sobre o lago de cristal
Assim brilham seus olhos
Quando acabam de chorar
Noite de serenata
De prata e organdi
Lamentos para a ingrata
Que por traidor perdi
Plenilúnio de glória
História que se vai
Ilusão que se perde
E que nunca voltará
Se me mata sua ausência
Se me afoga a inquietude
Se não tem clemência
Para esta escravidão
Que as águas levem
Meu pranto e minha dor
Que Janitzio recolha
O perfume do meu amor
Que Janitzio recolha
O perfume do meu amor
Plenilúnio de glória
História que se vai
Ilusão que se perde
E que nunca voltará
Se me mata sua ausência
Se me afoga a inquietude
Se não tem clemência
Para esta escravidão
Que as águas levem
Meu pranto e minha dor
Que Janitzio recolha
O perfume do meu amor
Que Janitzio recolha
O perfume do meu amor
Composição: Agustín Lara / Lara