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Janitzio

Vicente Fernández

Janitzio

Son tus redes de plata
De un encaje tan sutil
Mariposas que duermen
En la noche de zafir

Como brilla la Luna
Sobre el lago de cristal
Así brillan tus ojos
Cuando acaban de llorar

Noche de serenata
De plata y organdí
Quejas para la ingrata
Que por traidor perdí

Plenilunio de gloria
Historia que se va
Ilusión que se pierde
Y que nunca volverá

Si me mata tu ausencia
Si me ahoga la inquietud
Si no tienes clemencia
Para esta esclavitud

Que las aguas se lleven
Mi llanto y mi dolor
Que recoja Janitzio
El perfume de mi amor
Que recoja Janitzio
El perfume de mi amor

Plenilunio de gloria
Historia que se va
Ilusión que se pierde
Y que nunca volverá

Si me mata tu ausencia
Si me ahoga la inquietud
Si no tienes clemencia
Para esta esclavitud

Que las aguas se lleven
Mi llanto y mi dolor
Que recoja Janitzio
El perfume de mi amor
Que recoja Janitzio
El perfume de mi amor

Janitzio

São suas redes de prata
De uma renda tão sutil
Borboletas que dormem
Na noite de safira

Como brilha a Lua
Sobre o lago de cristal
Assim brilham seus olhos
Quando acabam de chorar

Noite de serenata
De prata e organdi
Lamentos para a ingrata
Que por traidor perdi

Plenilúnio de glória
História que se vai
Ilusão que se perde
E que nunca voltará

Se me mata sua ausência
Se me afoga a inquietude
Se não tem clemência
Para esta escravidão

Que as águas levem
Meu pranto e minha dor
Que Janitzio recolha
O perfume do meu amor
Que Janitzio recolha
O perfume do meu amor

Plenilúnio de glória
História que se vai
Ilusão que se perde
E que nunca voltará

Se me mata sua ausência
Se me afoga a inquietude
Se não tem clemência
Para esta escravidão

Que as águas levem
Meu pranto e minha dor
Que Janitzio recolha
O perfume do meu amor
Que Janitzio recolha
O perfume do meu amor

Composição: Agustín Lara / Lara