Tradução gerada automaticamente

La Flor de La Canela
Vicente Fernández
A Flor da Canela
La Flor de La Canela
Deixa eu te contar, limeñoDejame que te cuente limeño
Deixa eu te falar da glóriaDejame que te diga la gloria
Do sonho que evoca a memóriaDel ensueno que evoca la memoria
Da velha ponte do rio e da alamedaDel viejo puente del río y la alameda
Deixa eu te contar, limeñoDejame que te cuente limeño
Agora que ainda perfuma a lembrançaAhora que aun perfuma el recuerdo
Agora que ainda balança em um sonhoAhora que aun se mece en un sueño
A velha ponte do rio e da alamedaEl viejo puente del río y la alameda
Jasmim no cabelo e rosas no rostoJazmines en el pelo y rosas en la cara
Graciosa caminhava a flor da canelaAirosa caminaba la flor de la canela
Espalhava suavidade e ao passar deixavaDerramaba lisura y a su paso dejaba
Aromas de mistura que no peito carregavaAromas de mistura que en el pecho llevaba
Da ponte à alameda, o pé ligeiro a levavaDel puente a la alameda menudo pie la lleva
Pela calçada que se mexe ao ritmo dos seus quadrisPor la vereda que se estremece al ritmo de sus cadera
Recolhia o riso da brisa do rioRecogia la risa de la brisa del río
E ao vento lançava, da ponte à alamedaY al viento la lanzaba del puente a la alameda
Deixa eu te contar, limeñoDejame que te cuente limeño
Ah, deixa eu te dizer, moreno, meu pensamentoAy deja que te diga moreno mi pensamiento
Pra ver se assim você acorda do sonhoA ver si así despiertas del sueño
Do sonho que entretém, moreno, seu sentimentoDel sueno que entretiene moreno, tu sentimiento
Aspira a suavidade que dá a flor da canelaAspira de la lisura que da la flor de la canela
Enfeitada com jasmins realçando sua belezaAdornada con jazmines matizando su hermosura
Forre de novo a ponte e enfeite a alamedaAlfombrar de nuevo el puente y engalana la alameda
Que o rio acompanhará seu passo pela calçadaQue el río acompasara su paso por la vereda
E lembre-se queY recuerda que
Jasmim no cabelo e rosas no rostoJazmines en el pelo y rosas en la cara
Graciosa caminhava a flor da canelaAirosa caminaba la flor de la canela
Espalhava suavidade e ao passar deixavaDerramaba lisura y a su paso dejaba
Aromas de mistura que no peito carregavaAromas de mistura que en el pecho llevaba
Da ponte à alameda, o pé ligeiro a levavaDel puente a la alameda menudo pie la lleva
Pela calçada que se mexe ao ritmo dos seus quadrisPor la vereda que se estremece al ritmo de sus cadera
Recolhia o riso da brisa do rioRecogia la risa de la brisa del río
E ao vento lançava, da ponte à alamedaY al viento la lanzaba del puente a la alameda



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