Tradução gerada automaticamente
Delirando pola cidade
Víctor Aneiros Band
Delirando pela cidade
Delirando pola cidade
Perde-se na cidade.Pérdete na cidade.
Cuidado, faça do seu jeitoTen coidado, faino a modo
As ruas desertas,As rúas desoladas,
As lâmpadas sonâmbulas.As farolas somnámbulas.
O que você encontrarO que atopes
te encherá de pânico.colmarate de pánico.
Olhando nos rostos contam-se cadáveres.Mirando nas caras cóntanse cadáveres.
O céu é de algodão de bares.O ceo é de algodón de bares.
As chaminés estão mortas.Están mortas as chemineas.
Os rumores andam cansados.Os rumores van cansos.
Que o tempo exploda.Que revente o tempo.
Quero beber sangue no asfalto.Quero beber sangue no asfalto.
Ruas que sobem e descemRúas que suben e baixan
e se escondem sob as casas.e se agochan baixo as casas.
Ruas que mordem os pés,Rúas que morden nos pés,
automóveis sem som.automóbiles afónicos.
Há pupilas que se liquefazemHai pupilas que se licuan
ao virar as cartas.ó darlle volta ás cartas.
Na varanda de um bar,Na terraza dun bar,
peitos murchos buscam sorrisos.peitos birollos buscan sorrisos.
Alguém se crucifica,Alguén se crucifica,
abindo uma janela.abrindo unha ventá.
E chegando na esquinaE chegando á esquina
a sombra se joga no bonde.unha sombra tírase ó tranvía.



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