Tradução gerada automaticamente

El niño que fui
Victor Heredia
O menino que eu fui
El niño que fui
O menino que eu fuiEl niño que fui
Às vezes o vidro do choro me trazA veces el cristal del llanto me da
pássaros sem voz no coraçãopájaros sin voz en el corazón
e fica cinza em alguma gavetay se me pone gris en algún cajón
onde minha infância vive sua solidão.donde mi niñez vive su soledad.
Em um pinheiro que foi ramo doce ontem,En un pino que fue rama dulce ayer,
bomba de cor, barco no amorbomba de color, barco en el amor
que o vento sacudiu e finalmente ancorouque el viento azotó y por fin ancló
na areia da minha solidão.en el arenal de mi soledad.
É só um menino que pela primeira vezEs sólo un niño que por primera vez
se depara com a dor desde sua inocência,se asoma al dolor desde su candor,
uma carta a mais que não vai chegar.una carta más que no llegará.
É distância e mar, um despertar desajeitado.Es distancia y mar, torpe despertar.
É meu choro, enfim, um velho paísEs mi llanto, por fin, un viejo país
onde vai feliz o menino que eu fui.donde va feliz el niño que fui.



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