Medley de Modas

Victor e Leo

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Você me pede na carta
Que eu desapareça
Que eu nunca mais te procure
Pra sempre te esqueça

Posso fazer sua vontade
Atender seu pedido
Mas esquecer é bobagem
É tempo perdido

Ainda ontem chorei de saudade
Relendo a carta, sentindo o perfume
Mas que fazer com essa dor que me invade?
Mato esse amor ou me mata o ciúme

O dia inteiro te odeio
Te busco e te caço
Mas em meu sonho, de noite
Eu te beijo e te abraço

Porque os sonhos são meus
Ninguém rouba e nem tira
Melhor sonhar na verdade
Que amar na mentira

Ainda ontem chorei de saudade
Relendo a carta, sentindo o perfume
Mas que fazer com essa dor que me invade?
Mato esse amor ou me mata o ciúme

Se eu não puder te esquecer
Mando dizer numa flor
Mando uma estrela avisar
Que o velho amor acordou

Se não puder me esquecer
Basta dizer por aí
Quando você sussurrar
Meu coração vai ouvir

Esquecer
Difícil demais
Ninguém é capaz
Se amou um pouquinho

Esquecer
Você nem pensar
E quando eu tentar
Que eu morra sozinho

Nas incertezas de um caminho que é tão doído
Sem você eu já me encontrava tão sozinho
Antes de adeus você dizer
Na mágoa de um sonho que acabou
Dia a dia sentia você partir
Sem rumo, perdido vou ficando aqui

Sem você, sem você
Nem o tempo me faz companhia
Não me arranca essa agonia de viver
Sem você, sem você
O silêncio dessas horas frias
São palavras que não sei dizer
Ainda amo você

Nas incertezas de um caminho que é tão doído
Sem você eu já me encontrava tão sozinho
Antes de adeus você dizer
Na mágoa de um sonho que acabou
Dia a dia sentia você partir
Sem rumo, perdido vou ficando aqui

Sem você, sem você
Nem o tempo me faz companhia
Não me arranca essa agonia de viver
Sem você, sem você
O silêncio dessas horas frias são palavras que não sei
Dizer ainda amo você

Sem você, sem você
Nem o tempo me faz companhia
Não me arranca essa agonia de viver
Sem você, sem você
O silêncio dessas horas frias são palavras que não sei
Dizer
Ainda amo você

Viajando pra Mato Grosso, Aparecida do Taboado
Lá conheci uma morena, que me deixou amarrado
Deixei a linda pequena por Deus confesso desconsolado
Mudei meu jeito de ser
Bebendo pra esquecer, 60 dias apaixonado

Dois meses juntinho dela eternamente serão lembrados
Pedaços de minha vida, lembranças do meu passado
Jamais será esquecida a imagem bela de um anjo amado
Dois meses passaram logo
É num copo que eu afogo, 60 dias apaixonado

Se alguém fala em mato grosso eu sinto o peito despedaçado
O pranto rola depressa, no meu rosto já cansado
Jamais eu esquecerei Aparecida do Taboado
Deixei a minha querida, deixei minha própria vida
60 dias apaixonado

Me disseram que ela foi vista com outro
Num fuscão preto pela cidade a rodar
Bem vestida igual a dama da noite
Cheirando álcool e fumando sem parar
Meu Deus do céu diga que isto é mentira
Se for verdade me esclareça por favor
Daí a pouco eu mesmo vi o fuscão
E os dois juntos se desmanchando de amor
Fuscão preto, você é feito de aço
Fez o meu peito em pedaço
Também aprendeu a matar
Fuscão preto, com o seu ronco maldito
Meu castelo tão bonito
Você fez desmoronar

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Composição: Solevante / Paula Fernandes / Moacyr Franco / Itamaracá / Darci Rossi / Constantino Mendes · Esse não é o compositor? Nos avise.
Enviada por Lucas123
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