Tradução gerada automaticamente

Al Diablo, Con Amor
Victor Manuel
Ao Diabo, Com Amor
Al Diablo, Con Amor
Se tudo roda e se moveSi todo rueda y se mueve
No espaço e no tempoEn el espacio y el tiempo
Se somos velas ao ventoSi somos velas al viento
Se somos algas do marSi somos algas del mar
Se tudo quebra e rasgaSi todo rompe desgarra
Vamos juntos romper a amarraRompamos juntos la amarra
Avancemos sem olhar.Avancemos sin mirar.
Vou falar com vocês, vou emboraVoy a hablaros, voy a irme
Com vocês pro infernoCon vosotros al infierno
Pro inferno sem diaboAl infierno sin diablo
Que aninha no coraçãoQue anida en el corazón
Pra sempre condenadoPara siempre condenado
Pelas patas, pelo raboPor las patas, por el rabo
Pelos chifres, pelas asasPor los cuernos, por las alas
Pelas patas, pelos tridentesPor pezuñas, por tridentes
Pro inferno entre os dentesAl infierno entre los dientes
Que vocês levam na peleQue lleváis en el pellejo
Pro inferno que encontramAl infierno que encontráis
Todo dia no seu espelho.Cada día en vuestro espejo.
Vou falar e dizer a vocêsVoy a hablaros y deciros
Que da espuma do infernoQue del infierno la espuma
Que respinga nosso berçoQue salpica nuestra cuna
Mal nascidosApenas recién nacidos
É a mesma que vos queimaEs la misma que os abrasa
No barco e na casaEn el barco y en la casa
Na cova e na tavernaEn la tumba y la taberna
Que vos persegue e consegueQue os persigue y os consigue
E quem foge é destruídoY al que huye lo destruye
E no nosso cérebro ferveY en nuestro cerebro bulle
Flui como um animal,Fluye como un animal,
Como um polvo que com garrasComo un pulpo que con zarpas
Nos arranha e nos destroçaNos araña y nos destroza
Nos aperta e nos persegueNos ciñe aprieta y acosa
A golpes de vendaval.A golpes de vendaval.
Essa espuma que na névoaEsta espuma que en la bruma
Das noites de invernoDe las noches de invierno
Ruge, brama e nos empurraBrama, ruge y nos empuja
Às portas do infernoA las puertas del infierno
É a rede do impossível,Es la red del imposible,
A loucura do bêbadoLa locura del borracho
A dor que não se diz,El dolor que no se dice,
A raiva do humilhado,La rabia del humillado,
A herança da injustiça,La herencia de la injusticia,
Desse mundo desquiciadoDe este mundo desquiciado
A amargura sem consoloLa amargura sin consuelo
O tédio programado,El hastío programado,
A impotência do amorLa impotencia del amor
¡coração amordaçado!¡corazón amordazado!
Do mar ensanguentadoDe la mar ensangrentada
E do vinho derramado.Y del vino derramado.
Essa espuma que na névoaEsta espuma que en la bruma
Das noites de invernoDe las noches del invierno
Ruge, brama e nos empurraBrama, ruge y nos empuja
Às portas do inferno,A las puertas del infierno,
É a vida em borbotõesEs la vida a borbotones
Jorrando sem compaixãoBrotando sin compasión
Das garras deste mundoDe las fauces de este mundo
Numa careta feroz.En una mueca feroz.
Não podemos nos submeterNo podemos someternos
Às correntes e amarrasA las cadenas y amarras
Não podemos, não devemosNo podemos, no debemos
Aceitar que ninguém escapeAceptar que nadie escape
Não queremos, não sabemosNo queremos, no sabemos
Não está escrito no nosso mapa.No está escrito en nuestro mapa.
¡não há correntes!¡no hay cadenas!
¡não há amarras!¡no hay amarras!
¡tudo se quebra e rasga!¡todo se rompe y desgarra!



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