A Vertiginous Fall
Hard to distinguish a truth in the black marsh
In a unforgettable time, a completed age
Dreams for dreaming and nothing around, only void
She did not understand what she felt
Her souls blood was flowing through her eyes
Eyes perceiving only her forgotten desire
Emotional confusion, sorrow and hopeless wishes
He led her poor and weak soul to a vertiginous fall
Knowing it was too late, she was loosing hope
Time stole the charm. It was sealed forever
It was too far but it always haunted her
She felt herself bucolic, alcoholic, nostalgic
She thought life betrayed her
She wished to pass the chrysalis state
She intended to live even if she could not
But he dominated her minds lesser thoughts
Along the long and hardest road
Along deepest veins of blood
Through your highest wave
Against pain I inflicted
Many cries and many broken dreams
Followed by helpless and hopeless screams
In every tainted and dark day
We fell apart in a different way
She was a rotten fruit made of stain and worms were devouring her
Her belly opened, gaping, her organs dispersed everywhere
A rotted malicious flesh near an empty, forgotten, murdered lake
She was a corpse made of morbid thoughts
She created an intense rage destroying her
Thinking it will lighten her to reach freedom
In a dirty, balmy, unholy place
Unable to leave a world she created
She was proudly vomiting the symbol of her unappeased dreams
She wished to kill him slowly, stamping on his face
She wished to tear out his life, imprisoning his soul
Like the drain, she was dry of tears
A fiendish angel made her collapse
She lived through destructive passion in agony
She fell in love with a lost being
She thought she found him again, but it was the end
Uma Queda Vertiginosa
Difícil distinguir uma verdade no pântano negro
Em um tempo inesquecível, uma era completa
Sonhos para sonhar e nada ao redor, só vazio
Ela não entendia o que sentia
O sangue de suas almas escorria pelos olhos
Olhos percebendo apenas seu desejo esquecido
Confusão emocional, tristeza e desejos sem esperança
Ele levou sua alma pobre e fraca a uma queda vertiginosa
Sabendo que era tarde demais, ela estava perdendo a esperança
O tempo roubou o encanto. Estava selado para sempre
Era longe demais, mas sempre a assombrava
Ela se sentia bucólica, alcoólica, nostálgica
Ela pensava que a vida a traiu
Desejava passar pelo estado de crisálida
Intendia viver mesmo que não conseguisse
Mas ele dominava os pensamentos mais fracos dela
Ao longo da longa e mais difícil estrada
Pelas veias mais profundas de sangue
Através da sua onda mais alta
Contra a dor que eu causei
Muitos gritos e muitos sonhos quebrados
Seguidos por gritos impotentes e sem esperança
Em cada dia manchado e escuro
Nós nos separamos de uma maneira diferente
Ela era uma fruta podre feita de manchas e vermes a devorando
Sua barriga se abriu, escancarada, seus órgãos espalhados por toda parte
Uma carne podre e maliciosa perto de um lago vazio, esquecido, assassinado
Ela era um cadáver feito de pensamentos mórbidos
Ela criou uma raiva intensa que a destruía
Pensando que isso a libertaria para alcançar a liberdade
Em um lugar sujo, morno e profano
Incapaz de deixar um mundo que ela criou
Ela vomitava orgulhosamente o símbolo de seus sonhos insatisfeitos
Desejava matá-lo lentamente, pisando em seu rosto
Desejava arrancar sua vida, aprisionando sua alma
Como o ralo, ela estava seca de lágrimas
Um anjo demoníaco a fez colapsar
Ela viveu uma paixão destrutiva em agonia
Ela se apaixonou por um ser perdido
Pensou que o encontrou novamente, mas era o fim