Natten
Tyst r lunden, och sjn, som kysst
Strandens somnade ros, r tyst.
Aftonskimret, som milt besken
Tempelkullen, har bleknat ren
Stilla, drmmande, stilla.
Tysta stjrnor ur havet g,
Stilla palmernas kronor st,
Sen drunder i myrtenskog
Vinden suckade nyss och dog
Stilla, drmmande, stilla.
Trtt najad har p mossig bdd
Sjunkit ned vid sin urnas brdd,
Svd av sorlande kllans sus:
Barmen hves i mnens ljus
Stilla, drmmande, stilla.
Medan hon ser i ljuvlig drm
Stelnad, kristallren, tidens strm
Och all vrlden frn ve och harm
Somnad in p Allfaders arm
Stilla, drmmande, stilla.
Noite
Silenciosa é a floresta, e o céu, que beijou
A rosa adormecida da praia, é silêncio.
O crepúsculo, que brilha suavemente
A colina do templo, já desbotou também
Silenciosa, sonhando, silenciosa.
Estrelas silenciosas do mar vão
Silenciosas as copas das palmeiras estão,
Então, ressoando na mata de murta
O vento suspirou há pouco e morreu
Silenciosa, sonhando, silenciosa.
A cansada náiade na cama de musgo
Afundou-se à beira de sua urna,
Sussurrando com o murmúrio da fonte:
O seio ecoa na luz da lua
Silenciosa, sonhando, silenciosa.
Enquanto ela vê em doce sonho
Congelada, cristalina, a corrente do tempo
E todo o mundo, de dor e desgraça
Adormece nos braços do Pai Eterno
Silenciosa, sonhando, silenciosa.