I, Who Brought Forth Myself
I, Who Brought Forth Myself
In deceitful hours my thoughts are threatening me
Encoffined in my mind they choke my will
Entwining my inherent they change my brain
To the womb that incubates insanity
My inner voice: A screeching, scraping choir
Performing in a cranial theatre
The end of act sick's a rebirth,
A climax of feelings restrained
In contractious pain I give birth
To my sombre self, finally unleashed
Bewildered and numb I gaze at my corpus
Beholding a wry cavalcade of remains
At last I am victorious
Over me, who brought forth myself!
Eu, Que Me Fiz Nascer
Eu, Que Me Fiz Nascer
Em horas traiçoeiras, meus pensamentos me ameaçam
Enjaulados na minha mente, sufocam minha vontade
Entrelaçando meu ser, mudam meu cérebro
Para o útero que incuba a insanidade
Minha voz interior: Um coro estridente e arranhado
Se apresentando em um teatro craniano
O fim do ato doente é um renascimento,
Um clímax de sentimentos contidos
Na dor contagiante, eu dou à luz
Ao meu eu sombrio, finalmente libertado
Atordoado e sem sentir, eu olho para meu corpo
Observando uma procissão irônica de restos
Finalmente, sou vitorioso
Sobre mim, que me fiz nascer!